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Subject: Série A 2008
Gavillan é volante e Dininho é zagueiro, nao?
Vasco pegou um tal de Hugo, zagueiro q jogou no Santa Cruz ano passado, tava na seleção do campeonato da Serie B mesmo com o Santa rebaixado. Se desvinculou com uma briga judicial, alguem conhece ele? Tem 20 anos só, parece.
Vasco pegou um tal de Hugo, zagueiro q jogou no Santa Cruz ano passado, tava na seleção do campeonato da Serie B mesmo com o Santa rebaixado. Se desvinculou com uma briga judicial, alguem conhece ele? Tem 20 anos só, parece.
O Gavillan quando se machucou no Gremio jogou várias partidas como zagueiro... E melhor que o Leonardo ele é... (TO traumatizado...)
Esse link é serio?! os caras botaram isso mesmo???ow vc consegiu"fantasiar" , sei la?nao entendo porra nenhuma de pc=p
=p
Algum paulista conhece o tal de Vinicius, camisa 10 do Ituano? O Vasco pegou tbm, junto com o Hugo (ex-santa cruz q tambem tava no ituano).
(edited)
Algum paulista conhece o tal de Vinicius, camisa 10 do Ituano? O Vasco pegou tbm, junto com o Hugo (ex-santa cruz q tambem tava no ituano).
(edited)
E Rodrigo nao voltara para o Sao Paulo, e sim para o Dinamo!
Ih maluco... é bom ficar de olho. SP gosta de contratar jogadores nas mutretas... vão ficar sem nada! Abram o olho!
hahahaha Se fuderam os dois, SP e Rodrigo. Armaram mó circo e ele vai acabar voltando p/ Rùssia. :p
ainda bem, eu não o queria por aqui. Já tava conformado com a negociação, mas não satisfeito... =)
Mais um relato que mostra que torcidas organizadas são um bando de marginais, independente do clube às quais são filiadas.
Facções botafoguenses impõem lei do silêncio
Rodrigo Aör
No campo, o Botafogo cumpria a sua missão de vencer o Atlético-MG no Engenhão e se classificar para a semifinal da Copa do Brasil, mas nas arquibancadas das alas Norte e Sul o sentimento predominante era o medo. O protesto das facções organizadas contra o fim das regalias antes concedidas pelo clube se voltou também contra o torcedor comum, impedido na base da intimidação e da ameaça de cantar ou estender faixas para apoiar o time do coração.
A violência silenciosa e invisível levada a cabo contra botafoguenses que pagaram para torcer por seu time na última quarta-feira foi relatada em fóruns de discussão que reúnem torcedores do time, horas após a partida, e confirmada por pessoas que foram ao estádio e tiveram que se calar, diante da imposição dos que queriam provar que o apoio das organizadas é imprescindível.
"O clube estava refém e, agora, é o resto da torcida que está. É assim que me sinto. Precisamos ter o nosso direito de torcer garantido. O que fizeram foi terrorismo Mas espero que o Bebeto de Freitas não volte atrás", denunciou um torcedor.
Recentemente, o presidente do Botafogo, Bebeto de Freitas, de cortar o fornecimento de cotas de ingressos pela metade do preço para as facções, razão dos protestos, depois que o dirigente Ricardo Rotenberg foi agredido dentro da sede de General Severiano por um integrante de organizada.
Segundo os relatos de pessoas, que pediram para não ser identificadas, membros de pequenos grupos de botafoguenses formados, entre outros, por famílias recebiam telefonemas ameaçadores quando começavam a gritar durante a partida. Antes dela, um deles chegou a ser intimidado dentro de sua própria casa para que não desobedecesse o boicote.
Já no estádio, outro grupo, de menos de dez torcedores, foi obrigado a retirar a faixa que havia estendido. Membros das organizadas que entraram no estádio passavam entre as cadeiras avisando: "o jogo hoje é sentado o tempo todo. Sou mais botafoguense do que qualquer outro aqui. O Bebeto disse que torcida organizada não faz falta. Vamos mostrar pra ele que faz".
Os pacotes de ingressos de meia-entrada antes fornecidos para as facções eram revendidos a preços maiores para financiar a compra de material e as despesas administrativas das organizadas. Embora o presidente Bebeto e Freitas tenha se colocado contrário à regalia desde que assumiu o clube - quando demitiu 15 membros de facções que eram funcionários do Botafogo - ela continuou sendo concedida.
Facções botafoguenses impõem lei do silêncio
Rodrigo Aör
No campo, o Botafogo cumpria a sua missão de vencer o Atlético-MG no Engenhão e se classificar para a semifinal da Copa do Brasil, mas nas arquibancadas das alas Norte e Sul o sentimento predominante era o medo. O protesto das facções organizadas contra o fim das regalias antes concedidas pelo clube se voltou também contra o torcedor comum, impedido na base da intimidação e da ameaça de cantar ou estender faixas para apoiar o time do coração.
A violência silenciosa e invisível levada a cabo contra botafoguenses que pagaram para torcer por seu time na última quarta-feira foi relatada em fóruns de discussão que reúnem torcedores do time, horas após a partida, e confirmada por pessoas que foram ao estádio e tiveram que se calar, diante da imposição dos que queriam provar que o apoio das organizadas é imprescindível.
"O clube estava refém e, agora, é o resto da torcida que está. É assim que me sinto. Precisamos ter o nosso direito de torcer garantido. O que fizeram foi terrorismo Mas espero que o Bebeto de Freitas não volte atrás", denunciou um torcedor.
Recentemente, o presidente do Botafogo, Bebeto de Freitas, de cortar o fornecimento de cotas de ingressos pela metade do preço para as facções, razão dos protestos, depois que o dirigente Ricardo Rotenberg foi agredido dentro da sede de General Severiano por um integrante de organizada.
Segundo os relatos de pessoas, que pediram para não ser identificadas, membros de pequenos grupos de botafoguenses formados, entre outros, por famílias recebiam telefonemas ameaçadores quando começavam a gritar durante a partida. Antes dela, um deles chegou a ser intimidado dentro de sua própria casa para que não desobedecesse o boicote.
Já no estádio, outro grupo, de menos de dez torcedores, foi obrigado a retirar a faixa que havia estendido. Membros das organizadas que entraram no estádio passavam entre as cadeiras avisando: "o jogo hoje é sentado o tempo todo. Sou mais botafoguense do que qualquer outro aqui. O Bebeto disse que torcida organizada não faz falta. Vamos mostrar pra ele que faz".
Os pacotes de ingressos de meia-entrada antes fornecidos para as facções eram revendidos a preços maiores para financiar a compra de material e as despesas administrativas das organizadas. Embora o presidente Bebeto e Freitas tenha se colocado contrário à regalia desde que assumiu o clube - quando demitiu 15 membros de facções que eram funcionários do Botafogo - ela continuou sendo concedida.
Macacos me mordam!! oO
Isso acontece justamente pela falta de impunidade. Os caras fazem isso e ninguém toma providência.
Agora, se for observar bem, isso é o contrário do que deveria ser feito pela torcida. Incetivar, torcer e cantar...
Como diria Dona Florinda: "Mas era só o que me faltava!"
Isso acontece justamente pela falta de impunidade. Os caras fazem isso e ninguém toma providência.
Agora, se for observar bem, isso é o contrário do que deveria ser feito pela torcida. Incetivar, torcer e cantar...
Como diria Dona Florinda: "Mas era só o que me faltava!"