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Subject: Frases e Pensamentos
É isso mesmo, já vi no tradutor, foi mais pra zoar o nosso amigo k11.
Ad captandum vulgus, panem et circenses
(editado)
Quando eu era criança pequenina dizia-se que essa expressão eram ditadas pelos imperadores romanosd para incitar o povo, ou mais ou mernos isso tornar popular, pois o povo gosta é mesmo de pão e circo.
(editado)
Quando eu era criança pequenina dizia-se que essa expressão eram ditadas pelos imperadores romanosd para incitar o povo, ou mais ou mernos isso tornar popular, pois o povo gosta é mesmo de pão e circo.
Ele tem um dialeto próprio, diferente de qualquer tribo africana.
Uma pena que não prossegui com meus estudos de latim. Na verdade uma pena que não prossegui com estudo nenhum, ahahahaha.
maldita maconha.
(edited)
maldita maconha.
(edited)
Ad captandum vulgus, panem et circenses
ad é preposição de acusativo, indica uma tendência.
captandum - substantivo mascukino de -capere- tomado aprisionado
vulgus - substantivo - nominativo - masculino - povo, turba, populacho.
panis et circenses nem precisa falar.
ad é preposição de acusativo, indica uma tendência.
captandum - substantivo mascukino de -capere- tomado aprisionado
vulgus - substantivo - nominativo - masculino - povo, turba, populacho.
panis et circenses nem precisa falar.
Coerente é tudo aquilo que é conclusivo, ou seja, tudo que tem uma vinculação lógica ou silogística.
Por exemplo:
Premissa maior: Todo homem é barbudo
Premissa menor: Maria é barbuda
Síntese: Maria é um homem
Questão de lógica e coerência de enunciados. A coerência sempre é extraída de silogismos.
Com o exemplo acima, se eu chego em uma síntese de que Maria não seria um homem, meu raciocínio poderia até ser correto do ponto de vista da realidade, mas jamais seria coerente ou lógico.
Por outro lado, "correto", "incorreto", "belo", "feio", "urgente", todos são conceitos vagos, indeterminados, fluídos, que dependem muito do contexto de aplicação. Muitas coisas que são corretas para um religioso, certamente não serão corretas para um ateu.
A meu ver, o "correto" se liga muito à ideia de verdade e de racionalidade. No entanto, até mesmo a ideia de verdade também não é um conceito livre de críticas. Diferentes correntes filosóficas tentaram definir ou negar a verdade. O próprio Nietszche era um cara que acreditava que a verdade não existiria, para ele, tudo que entendemos como correto ou verdadeiro faz parte da política argumentativa do mais forte, tudo é criação do sistema.
Por outro lado, há quem entenda que a verdade seria a correspondência com a realidade. E outros, como Jürgen Habermas, entendem que juízos verdadeiros são alcançados por meio do consenso, que, no final das contas, também é sempre realizado por meio do melhor argumento ou argumento do mais forte.
Abandonando a divagação a respeito do conceito de verdade e voltando ao tema do “correto”, pode-se dizer que os raciocínios morais são maior exemplo da tentativa de alcançar os "juízos de correção de atitudes". É o que Kant definiu como imperativo categórico ou princípio da legislação universal, que é extraído da razão-prática, com a finalidade de guiar nossos comportamentos.
Todos que possuem entendimento moral mínimo não desacreditam que matar uma pessoa seja incorreto. Contudo, no início do século XX, um alemão chamado Adolf Hitler utilizou-se de raciocínios lógicos e coerentes presentes nas leis da Alemanha para exterminar judeus. Incorreto do ponto de vista da moral a ação de Hitler? Do ponto de vista da moral, o raciocínio de Hitler é completamente incorreto, censurável, repugnante, insano. Entretanto, se formos analisar o raciocínio lógico e formal utilizado por ele, é facilmente compreensível que Hitler foi coerente com os mandamentos da própria legislação alemã, que dispunha sobre a pena de morte de judeus.
Poderíamos expressar o raciocínio lógico dele da seguinte forma:
Premissa maior: A legislação alemã autoriza a aniquilação de judeus
Premissa menor: Alfredo é judeu
Síntese: Estou autorizado a aniquilar Alfredo
Desse modo, nem todo raciocínio coerente é um raciocínio correto, e, também, nem todo raciocínio correto é um raciocínio coerente.
Destaco que, apresentei a tentativa de definir o conceito de “correto” partindo de juízos meramente morais, mas também poderíamos tentar compreendê-lo partindo da filosofia prática, de raciocínios religiosos ou de uma série de outros lugares. É como o Seu Domus disse: Agora o problema do "correto" é justamente a análise partir de um juízo de valores, de um paradigma. A correção de um enunciado tem que levar em consideração um paradigma e valores, o meu, nos exemplos do Hitler, foram regras morais.
(edited)
Por exemplo:
Premissa maior: Todo homem é barbudo
Premissa menor: Maria é barbuda
Síntese: Maria é um homem
Questão de lógica e coerência de enunciados. A coerência sempre é extraída de silogismos.
Com o exemplo acima, se eu chego em uma síntese de que Maria não seria um homem, meu raciocínio poderia até ser correto do ponto de vista da realidade, mas jamais seria coerente ou lógico.
Por outro lado, "correto", "incorreto", "belo", "feio", "urgente", todos são conceitos vagos, indeterminados, fluídos, que dependem muito do contexto de aplicação. Muitas coisas que são corretas para um religioso, certamente não serão corretas para um ateu.
A meu ver, o "correto" se liga muito à ideia de verdade e de racionalidade. No entanto, até mesmo a ideia de verdade também não é um conceito livre de críticas. Diferentes correntes filosóficas tentaram definir ou negar a verdade. O próprio Nietszche era um cara que acreditava que a verdade não existiria, para ele, tudo que entendemos como correto ou verdadeiro faz parte da política argumentativa do mais forte, tudo é criação do sistema.
Por outro lado, há quem entenda que a verdade seria a correspondência com a realidade. E outros, como Jürgen Habermas, entendem que juízos verdadeiros são alcançados por meio do consenso, que, no final das contas, também é sempre realizado por meio do melhor argumento ou argumento do mais forte.
Abandonando a divagação a respeito do conceito de verdade e voltando ao tema do “correto”, pode-se dizer que os raciocínios morais são maior exemplo da tentativa de alcançar os "juízos de correção de atitudes". É o que Kant definiu como imperativo categórico ou princípio da legislação universal, que é extraído da razão-prática, com a finalidade de guiar nossos comportamentos.
Todos que possuem entendimento moral mínimo não desacreditam que matar uma pessoa seja incorreto. Contudo, no início do século XX, um alemão chamado Adolf Hitler utilizou-se de raciocínios lógicos e coerentes presentes nas leis da Alemanha para exterminar judeus. Incorreto do ponto de vista da moral a ação de Hitler? Do ponto de vista da moral, o raciocínio de Hitler é completamente incorreto, censurável, repugnante, insano. Entretanto, se formos analisar o raciocínio lógico e formal utilizado por ele, é facilmente compreensível que Hitler foi coerente com os mandamentos da própria legislação alemã, que dispunha sobre a pena de morte de judeus.
Poderíamos expressar o raciocínio lógico dele da seguinte forma:
Premissa maior: A legislação alemã autoriza a aniquilação de judeus
Premissa menor: Alfredo é judeu
Síntese: Estou autorizado a aniquilar Alfredo
Desse modo, nem todo raciocínio coerente é um raciocínio correto, e, também, nem todo raciocínio correto é um raciocínio coerente.
Destaco que, apresentei a tentativa de definir o conceito de “correto” partindo de juízos meramente morais, mas também poderíamos tentar compreendê-lo partindo da filosofia prática, de raciocínios religiosos ou de uma série de outros lugares. É como o Seu Domus disse: Agora o problema do "correto" é justamente a análise partir de um juízo de valores, de um paradigma. A correção de um enunciado tem que levar em consideração um paradigma e valores, o meu, nos exemplos do Hitler, foram regras morais.
(edited)
Coerente é tudo aquilo que é conclusivo, ou seja, tudo que tem uma vinculação lógica ou silogística.
Por exemplo:
Premissa maior: Todo homem é barbudo
Premissa menor: João é barbudo
Síntese: João é um homem
premissa maior - Deus é amor
premissa mediana - o amor é cego
premissa menor - Steve Wonder é cego
Síntese - steve wonder é deus?
kkkkkkkkkkk
Por exemplo:
Premissa maior: Todo homem é barbudo
Premissa menor: João é barbudo
Síntese: João é um homem
premissa maior - Deus é amor
premissa mediana - o amor é cego
premissa menor - Steve Wonder é cego
Síntese - steve wonder é deus?
kkkkkkkkkkk
premissa maior - Deus é amor
premissa mediana - o amor é cego
premissa menor - Steve Wonder é cego
Síntese - steve wonder é deus?
kkkkkkkkkkk
Acho que não da certo, porque quando tu fala que Deus é amor tu usa uma metáfora.
premissa mediana - o amor é cego
premissa menor - Steve Wonder é cego
Síntese - steve wonder é deus?
kkkkkkkkkkk
Acho que não da certo, porque quando tu fala que Deus é amor tu usa uma metáfora.
Quando eu digo q Deus é amor não é metafora, é concreto, metafora seria a não aceitação de \deus ou a não aceitação do amor ja q os dois permeiam o universo concreto e o ludico.
Pegando seu exemplo, imagine que um extraterrestre chegue na Terra hoje e não saiba e nem tenha conhecimento do que os humanos entendem por Deus.
Partindo do princípio de que ele saiba ou tenha um sentido de amor (o que não é verdadeiro, mas apenas hipotético para dar sustentáculo ao exemplo, uma vez que amor também é um conceito indeterminado) e você diga para ele que "Deus é amor", a primeira pessoa que ele se deparar e entender que "ela é amor" poderia ser encarada por ele como sendo o nosso deus.
Como eu afirmei logo acima, em uma ideia meramente lógica ou silogística, o extraterrestre não estaria errado, a síntese dele é coerente com enunciados. No entanto, dificilmente, a pessoa que ele encontrou no seu caminho será Deus, ou seja, o raciocínio dele é coerente, mas não é correto com a realidade ou com o consenso.
Existem raciocínios coerentes e corretos, mas nem sempre o que é coerente, por consequência, será o correto. Também existem raciocínios que são corretos, mas que chegamos a eles por meio de incoerências.
(edited)
Partindo do princípio de que ele saiba ou tenha um sentido de amor (o que não é verdadeiro, mas apenas hipotético para dar sustentáculo ao exemplo, uma vez que amor também é um conceito indeterminado) e você diga para ele que "Deus é amor", a primeira pessoa que ele se deparar e entender que "ela é amor" poderia ser encarada por ele como sendo o nosso deus.
Como eu afirmei logo acima, em uma ideia meramente lógica ou silogística, o extraterrestre não estaria errado, a síntese dele é coerente com enunciados. No entanto, dificilmente, a pessoa que ele encontrou no seu caminho será Deus, ou seja, o raciocínio dele é coerente, mas não é correto com a realidade ou com o consenso.
Existem raciocínios coerentes e corretos, mas nem sempre o que é coerente, por consequência, será o correto. Também existem raciocínios que são corretos, mas que chegamos a eles por meio de incoerências.
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Bela amostra, nesse caso o coerente não está correto.
(edited)
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