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Subject: Eleições 2010
E acabou de passar o anúncio dele agora com o Lula. hehehe Eu sabia q ele era candidato a senador pq minha mãe tinha comentado, mas achei q fossse psol.
rac, fatóide é o q vc tá criando aqui...Ninguém tá exaltando o PSDB ou FHC exacerbadamente, o que a gente tá fazendo é comentando que o PT é tão corrupto quanto o PSDB. O PT, quando era pedra, pregava a honestidade máxima, apontava os erros da situação e se mostrava como os únicos a terem a imagem limpa. Entraram e não só cometeram os mesmos erros como mantiveram a mesma política q criticaram durante anos e atraíram os mesmos aliados. Hoje, a DIlma diz que o PT era "ingênuo" e não sabia ainda como se governava. Defender isso é ser cego, é assinar atestado de idiota.
E eu não acredito que você faça esse discurso achando q realmente acredita, de q é contra o PT, mas o PT deixa para "os outros baterem". Teu discurso até agora é totalmente anti-PSDB (o q é compreensível), mas em nenhum momento anti-PT, inclusive defendendo todos os projetos e feitos. Se realmente sua opção é a "terceira via", não adianta bater só no Serra, pq vai dar na mesma.
E eu não acredito que você faça esse discurso achando q realmente acredita, de q é contra o PT, mas o PT deixa para "os outros baterem". Teu discurso até agora é totalmente anti-PSDB (o q é compreensível), mas em nenhum momento anti-PT, inclusive defendendo todos os projetos e feitos. Se realmente sua opção é a "terceira via", não adianta bater só no Serra, pq vai dar na mesma.
E duas notícias recém saídas do forno, que não pus acima pra não enrolar com a mensagem:
Governo faz do Ipea máquina de propaganda, com alto custo para cofres públicos
Publicada em 21/08/2010 às 18h52m
O Globo
RIO - O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) transformou-se numa máquina de propaganda do governo, com alto custo para os cofres públicos. De acordo com reportagem de Regina Alvarez, publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, entre 2007 e 2009, os gastos com diárias aumentaram 339,7% (de R$ 133,8 mil para R$ 588,4 mil) e com passagem subiram 272,6% (de R$ 333 mil para R$ 1,241 milhão).
A reportagem mostra que estudos são produzidos para exaltar realizações do governo Lula e têm sido usados na campanha da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Procurado na quinta-feira pelo GLOBO, o Ipea vazou em seu site, na sexta, perguntas e respostas à reportagem que só seria publicada neste domingo no jornal.
Nas respostas ao GLOBO, tornadas públicas, o Ipea justifica o aumento de gastos com viagens, diárias e passagens na atual gestão pelo "incremento das atividades e de seus focos de análise, instituídos pelo planejamento estratégico iniciado em 2008, que estabeleceu sete eixos voltados para a construção de uma agenda de desenvolvimento para o país".
Governo faz do Ipea máquina de propaganda, com alto custo para cofres públicos
Publicada em 21/08/2010 às 18h52m
O Globo
RIO - O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) transformou-se numa máquina de propaganda do governo, com alto custo para os cofres públicos. De acordo com reportagem de Regina Alvarez, publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, entre 2007 e 2009, os gastos com diárias aumentaram 339,7% (de R$ 133,8 mil para R$ 588,4 mil) e com passagem subiram 272,6% (de R$ 333 mil para R$ 1,241 milhão).
A reportagem mostra que estudos são produzidos para exaltar realizações do governo Lula e têm sido usados na campanha da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Procurado na quinta-feira pelo GLOBO, o Ipea vazou em seu site, na sexta, perguntas e respostas à reportagem que só seria publicada neste domingo no jornal.
Nas respostas ao GLOBO, tornadas públicas, o Ipea justifica o aumento de gastos com viagens, diárias e passagens na atual gestão pelo "incremento das atividades e de seus focos de análise, instituídos pelo planejamento estratégico iniciado em 2008, que estabeleceu sete eixos voltados para a construção de uma agenda de desenvolvimento para o país".
Essa é em homenagem à elite branca, tão criticada por vc. hehehe
Lucros dos 3 maiores bancos do país somam R$ 167 bi na era Lula, alta de 420% sobre gestão FH
Publicada em 21/08/2010 às 20h25m
Patrícia Duarte e Regina Alvarez
BRASÍLIA- A exuberância do setor financeiro, evidenciada nos recentes balanços divulgados, ganha contornos mais visíveis quando analisado o desempenho das instituições nos últimos 15 anos. Dados da consultoria Economática, levantados a pedido do GLOBO, revelam que o lucro líquido dos três maiores grupos do país - Banco d o Brasil (BB), Itaú Unibanco e Bradesco, que respondem hoje por quase 80% do mercado - saltou quase 420% entre os oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e os sete anos e meio da gestão Luiz Inácio Lula da Silva (2003-1 semestre de 2010). Os ganhos dessas instituições somaram R$ 167,471 bilhões desde 2003, contra R$ 32,262 bilhões no governo anterior. Os valores estão corrigidos pelo IPCA.
Segundo especialistas, os bancos conseguiram quintuplicar seus ganhos, sobretudo com a explosão do mercado de crédito, aos juros, comparativamente à média mundial, elevados, a cobrança de tarifas e o forte movimento de concentração bancária. A aceleração do crescimento econômico e a maior bancarização complementam o cenário.
- O cenário macroeconômico no governo Lula é o melhor possível. O nível de renda e emprego melhorou muito e vimos uma explosão no mercado de crédito e de capitais. Os bancos foram procíclicos - diz o economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Rubens Sardenberg.
Na época de FH, os bancos ganharam muito dinheiro com as operações no mercado financeiro, beneficiados pelas taxas básicas de juros que chegaram ao teto histórico de 45% ao ano. Naquele momento, o Brasil ainda era bastante vulnerável às crises internacionais, que levavam o governo a subir a Selic para estancar a perda de recursos externos. Como trata-se da taxa que serve de base para remunerar os títulos públicos, os bancos não precisavam se esforçar muito para garantir resultados: bastava aplicar os recursos na ciranda financeira.
Além disso, conta muito para o salto de ganhos do primeira escalão do sistema financeiro entre as gestões tucana e petista o fato de FH ter herdado de seus antecessores o BB praticamente falido, devido à má gestão de operações, sobretudo na área rural. Tanto que em 1996 a estatal passou por um processo de capitalização, com o Tesouro injetando quase R$ 10 bilhões.
Itaú Unibanco ganha R$ 67 bi; BB, R$ 50 bi
Não por menos, entre 1995 e 2002 o BB registra prejuízo de R$ 16,310 bilhões. De 2003 para cá, a estatal já lucrou R$ 50,298 bilhões, pouco mais do que o Bradesco. O Itaú Unibanco lidera os ganhos na era Lula, com R$ 67,120 bilhões. Considerando que as instituições estavam separadas até novembro de 2008, a maior contribuição à liderança veio do Itaú.
- O governo FH iniciou o processo de profissionalização do Banco do Brasil - lembra o professor da FGV-SP Domingos Pandeló Júnior.
Já na era Lula, com a redução dos níveis da Selic (chegou ao piso de 8,75%), os bancos passaram a emprestar mais ao setor produtivo e às pessoas, já que os ganhos com Tesouraria não eram tão atraentes. Segundo a Febraban, as receitas com essas operações respondiam por 42,5% do total do setor em 2002 e, no ano passado, essa fatia caiu para 28,8%.
Os bancos, de 2003 para cá, também passaram a cobrar mais tarifas. Ao todo, as receitas com cobrança de serviços - tarifas bancárias, de fundos de investimentos, de seguros etc. - saltaram 83% entre as eras FH e Lula, somando R$ 258,7 bilhões só entre 2003 e junho passado, segundo a Economática. No caso do Bradesco, as receitas com serviços cresceram 130% no período, somando R$ 76,1 bilhões.
A concessão de crédito também ajudou muito, ainda mais com as elevadas taxas de juros que os bancos ainda cobram dos consumidores. Em média, para pessoas físicas, estão em 40,40% ao ano, mas ultrapassam 100% em alguns casos, como o cheque especial. Na época de FH, os juros chegaram a encostar em 200%.
As operações de empréstimos dos bancos analisados tiveram expansão de quase 170% entre os dois governos, totalizando R$ 3,575 trilhões, valor também corrigido pela inflação. Destaque para o Itaú Unibanco, com um salto de 200% no período. Na era Lula, o estoque de crédito no setor financeiro saltou quase 300%, chegando a R$ 1,529 trilhão; já no governo FH, a expansão não passou de 110%.
O excelente resultado do setor agrada a Lula. Recentemente, ele disse que fica feliz que os bancos estejam ganhando porque, caso contrário, poderiam ter de receber recursos do Estado em épocas de crise, como o americano Lehman Brothers.
Aposta inclui crédito de longo prazo
Hoje, com a contínua consolidação do setor e o amadurecimento da economia, a tendência é que os bancos continuem buscando fontes de receitas em áreas ainda pouco desenvolvidas em relação ao potencial de consumidores no Brasil, como seguros, cartões de crédito e débito, previdência privada e mercado de capitais. O crédito de longo prazo (como financiamentos imobiliário e de veículos) também será determinante.
- Vamos entrar nessa nova fase porque os juros estão menores e há uma formalização maior na economia, com muito mais pessoas bancarizadas - afirmou ao GLOBO um alto executivo de um grande banco brasileiro.
Segundo o Bradesco, diversos fatores contribuíram para os seus resultados nesse período. "O PIB cresceu 20% entre 1994 e 2002. Se as expectativas do banco se confirmarem, de 2003 a 2010 deve registrar crescimento de 37%", prevê o banco.
Outro aspecto destacado é o da mobilidade social, com 30 milhões de brasileiros migrando das classe D e E para a C nos seis últimos anos. "Também teve aumento significativo a base de clientes do banco, o que reflete nos resultados. Em 1994, eram 5,4 milhões de clientes, contra os 21,9 atuais".
Procurados, Banco do Brasil e Itaú não comentaram o assunto.
Lucros dos 3 maiores bancos do país somam R$ 167 bi na era Lula, alta de 420% sobre gestão FH
Publicada em 21/08/2010 às 20h25m
Patrícia Duarte e Regina Alvarez
BRASÍLIA- A exuberância do setor financeiro, evidenciada nos recentes balanços divulgados, ganha contornos mais visíveis quando analisado o desempenho das instituições nos últimos 15 anos. Dados da consultoria Economática, levantados a pedido do GLOBO, revelam que o lucro líquido dos três maiores grupos do país - Banco d o Brasil (BB), Itaú Unibanco e Bradesco, que respondem hoje por quase 80% do mercado - saltou quase 420% entre os oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e os sete anos e meio da gestão Luiz Inácio Lula da Silva (2003-1 semestre de 2010). Os ganhos dessas instituições somaram R$ 167,471 bilhões desde 2003, contra R$ 32,262 bilhões no governo anterior. Os valores estão corrigidos pelo IPCA.
Segundo especialistas, os bancos conseguiram quintuplicar seus ganhos, sobretudo com a explosão do mercado de crédito, aos juros, comparativamente à média mundial, elevados, a cobrança de tarifas e o forte movimento de concentração bancária. A aceleração do crescimento econômico e a maior bancarização complementam o cenário.
- O cenário macroeconômico no governo Lula é o melhor possível. O nível de renda e emprego melhorou muito e vimos uma explosão no mercado de crédito e de capitais. Os bancos foram procíclicos - diz o economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Rubens Sardenberg.
Na época de FH, os bancos ganharam muito dinheiro com as operações no mercado financeiro, beneficiados pelas taxas básicas de juros que chegaram ao teto histórico de 45% ao ano. Naquele momento, o Brasil ainda era bastante vulnerável às crises internacionais, que levavam o governo a subir a Selic para estancar a perda de recursos externos. Como trata-se da taxa que serve de base para remunerar os títulos públicos, os bancos não precisavam se esforçar muito para garantir resultados: bastava aplicar os recursos na ciranda financeira.
Além disso, conta muito para o salto de ganhos do primeira escalão do sistema financeiro entre as gestões tucana e petista o fato de FH ter herdado de seus antecessores o BB praticamente falido, devido à má gestão de operações, sobretudo na área rural. Tanto que em 1996 a estatal passou por um processo de capitalização, com o Tesouro injetando quase R$ 10 bilhões.
Itaú Unibanco ganha R$ 67 bi; BB, R$ 50 bi
Não por menos, entre 1995 e 2002 o BB registra prejuízo de R$ 16,310 bilhões. De 2003 para cá, a estatal já lucrou R$ 50,298 bilhões, pouco mais do que o Bradesco. O Itaú Unibanco lidera os ganhos na era Lula, com R$ 67,120 bilhões. Considerando que as instituições estavam separadas até novembro de 2008, a maior contribuição à liderança veio do Itaú.
- O governo FH iniciou o processo de profissionalização do Banco do Brasil - lembra o professor da FGV-SP Domingos Pandeló Júnior.
Já na era Lula, com a redução dos níveis da Selic (chegou ao piso de 8,75%), os bancos passaram a emprestar mais ao setor produtivo e às pessoas, já que os ganhos com Tesouraria não eram tão atraentes. Segundo a Febraban, as receitas com essas operações respondiam por 42,5% do total do setor em 2002 e, no ano passado, essa fatia caiu para 28,8%.
Os bancos, de 2003 para cá, também passaram a cobrar mais tarifas. Ao todo, as receitas com cobrança de serviços - tarifas bancárias, de fundos de investimentos, de seguros etc. - saltaram 83% entre as eras FH e Lula, somando R$ 258,7 bilhões só entre 2003 e junho passado, segundo a Economática. No caso do Bradesco, as receitas com serviços cresceram 130% no período, somando R$ 76,1 bilhões.
A concessão de crédito também ajudou muito, ainda mais com as elevadas taxas de juros que os bancos ainda cobram dos consumidores. Em média, para pessoas físicas, estão em 40,40% ao ano, mas ultrapassam 100% em alguns casos, como o cheque especial. Na época de FH, os juros chegaram a encostar em 200%.
As operações de empréstimos dos bancos analisados tiveram expansão de quase 170% entre os dois governos, totalizando R$ 3,575 trilhões, valor também corrigido pela inflação. Destaque para o Itaú Unibanco, com um salto de 200% no período. Na era Lula, o estoque de crédito no setor financeiro saltou quase 300%, chegando a R$ 1,529 trilhão; já no governo FH, a expansão não passou de 110%.
O excelente resultado do setor agrada a Lula. Recentemente, ele disse que fica feliz que os bancos estejam ganhando porque, caso contrário, poderiam ter de receber recursos do Estado em épocas de crise, como o americano Lehman Brothers.
Aposta inclui crédito de longo prazo
Hoje, com a contínua consolidação do setor e o amadurecimento da economia, a tendência é que os bancos continuem buscando fontes de receitas em áreas ainda pouco desenvolvidas em relação ao potencial de consumidores no Brasil, como seguros, cartões de crédito e débito, previdência privada e mercado de capitais. O crédito de longo prazo (como financiamentos imobiliário e de veículos) também será determinante.
- Vamos entrar nessa nova fase porque os juros estão menores e há uma formalização maior na economia, com muito mais pessoas bancarizadas - afirmou ao GLOBO um alto executivo de um grande banco brasileiro.
Segundo o Bradesco, diversos fatores contribuíram para os seus resultados nesse período. "O PIB cresceu 20% entre 1994 e 2002. Se as expectativas do banco se confirmarem, de 2003 a 2010 deve registrar crescimento de 37%", prevê o banco.
Outro aspecto destacado é o da mobilidade social, com 30 milhões de brasileiros migrando das classe D e E para a C nos seis últimos anos. "Também teve aumento significativo a base de clientes do banco, o que reflete nos resultados. Em 1994, eram 5,4 milhões de clientes, contra os 21,9 atuais".
Procurados, Banco do Brasil e Itaú não comentaram o assunto.
Eduardo Suplicy acabou de perder todo o imenso respeito que eu tinha por ele...
Eles devem ser do msmo partido,é por isso..........
E ainda apoia o Netinho "Maria da Penha" de Paula.
(edited)
(edited)
Os caras do PT piraram. Querem votos a qualquer preço. Esqueceram de todos os princípios que pregavam e agora fazem coligação com partidos que tem como candidatos Mulher Pera, Tiririca, Netinho porradeiro...
Nota-se que o Suplicy está constrangido no vídeo. Ainda assim, ele deveria ter a coragem de negar qualquer tipo de aproximação com esses candidatos de ocasião. Na verdade, deveria ter peito e voz dentro do partido pra evitar o registro desse tipo de candidato nos partidos da coligação. Ou então ter peito de mudar de partido e continuar a luta em outra legenda.
Nota-se que o Suplicy está constrangido no vídeo. Ainda assim, ele deveria ter a coragem de negar qualquer tipo de aproximação com esses candidatos de ocasião. Na verdade, deveria ter peito e voz dentro do partido pra evitar o registro desse tipo de candidato nos partidos da coligação. Ou então ter peito de mudar de partido e continuar a luta em outra legenda.
Não pensem que o Suplicy é uma vítima, se com tantas coisas que aconteceram e ele continua no PT, ele tem lucrado com isso.
Na pior das hipóteses ganha voto das pessoas que pensam, vou votar no Suplicy, pois o coitado está tentando fazer tal coisa mas o partido não deixa.
Pra mim é conversa fiada.
Na pior das hipóteses ganha voto das pessoas que pensam, vou votar no Suplicy, pois o coitado está tentando fazer tal coisa mas o partido não deixa.
Pra mim é conversa fiada.
LEI Nº 12.292, DE 20 DE JULHO DE 2010.
Autoriza o Poder Executivo a realizar doação para a reconstrução de Gaza.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o Fica o Poder Executivo autorizado a doar recursos à Autoridade Nacional Palestina, em apoio à economia palestina para a reconstrução de Gaza, no valor de até R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais).
Parágrafo único. A doação será efetivada mediante termo firmado pelo Poder Executivo, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, e correrá à conta de dotações orçamentárias daquela Pasta.
Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 20 de julho de 2010; 189o da Independência e 122o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
q beleza hein?? e pernambuco com as enchentes q teve fica como? esperando pela ajuda de outros brasileiros?
Autoriza o Poder Executivo a realizar doação para a reconstrução de Gaza.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o Fica o Poder Executivo autorizado a doar recursos à Autoridade Nacional Palestina, em apoio à economia palestina para a reconstrução de Gaza, no valor de até R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais).
Parágrafo único. A doação será efetivada mediante termo firmado pelo Poder Executivo, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, e correrá à conta de dotações orçamentárias daquela Pasta.
Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 20 de julho de 2010; 189o da Independência e 122o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
q beleza hein?? e pernambuco com as enchentes q teve fica como? esperando pela ajuda de outros brasileiros?
Ah, pra lá qualquer "bolsa café com leite" tá mais do que bom. Imposto a gente tem que gastar com os outros países, não com a gente aqui...