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Subject: gauchão 2011
Vc é patético comentando!
Obs: E nenhum mod venha me mandar skmail pra nao falar desse jeito, que ele fala isso pra todo mundo toda hora!
Teu interzinho jogo em casa, e fez 1 golzinho, precisou de expulsao e tudo mais!
Cuidado com o Emelec, nao é um Mazembê da vida, mas sendo o inter tudo é perigoso!
Obs: E nenhum mod venha me mandar skmail pra nao falar desse jeito, que ele fala isso pra todo mundo toda hora!
Teu interzinho jogo em casa, e fez 1 golzinho, precisou de expulsao e tudo mais!
Cuidado com o Emelec, nao é um Mazembê da vida, mas sendo o inter tudo é perigoso!
Pelo que vi agora no compacto, o Gremio teve 2 bolas na trave e mais 2 perdidas embaixo da trave!
Que jogo que tu viu hein o espertalhão!
Amputa os dedos, se é pra dedilhar merda!
Que jogo que tu viu hein o espertalhão!
Amputa os dedos, se é pra dedilhar merda!
Sempre tem +15 posts e sempre é as mesmas discussões.. Vocês são muito chatos! :(
E notou que as discussões acontecem geralmente após os jogos do GRÊMIO?
Pena que o Ypiranga é fraquinho,não consegue decidir a partida, perdeu 3584561 gols na cara..
E o Grêmio também perdeu gols, vide as duas bolas na trave. Poderíamos ter perdido no tempo normal, assim como poderíamos ter vencido com naturalidade no tempo normal.
A única coisa que poderia ocasionar essa derrota é o abalo emocional dos jogadores e o descontentamento da torcida com o Renato.
A maior parte da torcida não está descontente com o Renato. Eu, por exemplo tenho restrições quanto ao trabalho dele, mas não estou descontente com ele. Até porque tirar ele e colocar quem? O Roth? (toc toc toc) bati 3 vezes na madeira.
E notou que as discussões acontecem geralmente após os jogos do GRÊMIO?
Pena que o Ypiranga é fraquinho,não consegue decidir a partida, perdeu 3584561 gols na cara..
E o Grêmio também perdeu gols, vide as duas bolas na trave. Poderíamos ter perdido no tempo normal, assim como poderíamos ter vencido com naturalidade no tempo normal.
A única coisa que poderia ocasionar essa derrota é o abalo emocional dos jogadores e o descontentamento da torcida com o Renato.
A maior parte da torcida não está descontente com o Renato. Eu, por exemplo tenho restrições quanto ao trabalho dele, mas não estou descontente com ele. Até porque tirar ele e colocar quem? O Roth? (toc toc toc) bati 3 vezes na madeira.
? Não sabe levar um owned sem chingar? não seja criança, perdeu completamente o controle, como é que deixam um cara desses solto nas ruas, depois acontecem aquelas tragédias como a do Rio...
Chega dessa discussão! Próximo que continuar, é ban!
Nao eh bem assim nao!
Pq vc nao pede pra esse carinha ai comentar os jogos do time dele apenas entao! Seria muito melhor pro fórum e cada um na sua!
Todo jogo esse carinha vem falar asneiras, do time dele ele nao fala nada, do Gremio ele vem digitar merda pra irritar qualquer um!
Pq vc nao pede pra esse carinha ai comentar os jogos do time dele apenas entao! Seria muito melhor pro fórum e cada um na sua!
Todo jogo esse carinha vem falar asneiras, do time dele ele nao fala nada, do Gremio ele vem digitar merda pra irritar qualquer um!
poh só vi os melhores momentos, (to numa correria aqui agora essa semana tranquiliza), mas curti o primeiro jogo do inter, boa escalação grande atuação do andresinho, e arressem foi a primeira partida o time deve levar um tempo para jogar como o falcão quer, ta certoa que o SC não era umm grande adversário e estava com um a menos, mas para primeira partida foi um belo jogo com muitas chances desperdiçadas, agora é ver como o inter vai se sair contra o omelete, lembrando que foi a melhor partida do inter e mesmo assim veio só com o empate de lá...
Se todos fossem colorados como vc, sairiam bons debates!
poh só vi os melhores momentos, (to numa correria aqui agora essa semana tranquiliza), mas curti o primeiro jogo do inter, boa escalação grande atuação do andresinho, e arressem foi a primeira partida o time deve levar um tempo para jogar como o falcão quer, ta certoa que o SC não era umm grande adversário e estava com um a menos, mas para primeira partida foi um belo jogo com muitas chances desperdiçadas, agora é ver como o inter vai se sair contra o omelete, lembrando que foi a melhor partida do inter e mesmo assim veio só com o empate de lá...
Eu juro q me esforço sempre, mas dessa vez não deu. O q q é aquela palavra ali?
Eu juro q me esforço sempre, mas dessa vez não deu. O q q é aquela palavra ali?
Seria "a recém". Acho que é só aqui no RS que se fala (não se escreve... :-P) assim. É tipo um "recentemente", "há pouco"...
:-)
:-)
ahuahauhauah, verdade, seguido eu falo algo com arrecem e ninguém entende o que eu falo :P
Vivendo e aprendendo... essa eu não entenderia mesmo se tivesse certo. hehehe
froid já é a segunda vez que não entendem isso :P, malz aí...
bom, jah que é um forum do gauchão, nada mais husto do que aparecerem algumas expressões gauchescas tu não concordas tche?
pois...
Bom agora com a suspensão do D'ale e oscar voltando de lesão, iremos de zé roberto denovo :S, vamos ver o que acontece, lembrando que o juventude sempre foi um adversário encardido para o inter...
Bom agora com a suspensão do D'ale e oscar voltando de lesão, iremos de zé roberto denovo :S, vamos ver o que acontece, lembrando que o juventude sempre foi um adversário encardido para o inter...
Três anos em um
(FIFA.com) Quinta-feira 21 de abril de 2011
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O empate contra o Chivas na final da Libertadores demorou para sair, mas foi um alívio para o torcedor colorado. Com a situação mais tranquila, o autor do gol Rafael Sóbis deixou o campo aos 27 minutos do segundo tempo para dar lugar a Leandro Damião, e a troca teve impacto imediato: quatro minutos mais tarde, a revelação do Internacional decretava a virada e se tornava, ainda aos 20 anos, um dos heróis do clube na conquista continental.
Tudo isso apenas sete meses depois de sua chegada ao time principal e três anos depois de ouvir de técnicos e dirigentes que não teria futuro no futebol profissional. Rápido na hora de balançar as redes naquela decisão, Damião também foi veloz para compensar o início tardio no esporte, para driblar as incertezas que rondaram sua carreira e para, em 2011, se tornar titular da Seleção Brasileira após um início fulminante de temporada.
A escalada veio como num conto de fadas e deixa o próprio jogador sem palavras para explicá-la. O que ele sabe, no entanto, é que essa mudança radical não foi obra do acaso e não teria sido possível sem uma boa dose de persistência. “Sempre tive de me dedicar ao máximo, insistir, mas é verdade que as coisas aconteceram muito rápido comigo”, confidencia o jogador ao FIFA.com. “Até os 17, 18 anos eu nem imaginava onde estaria. Graças a Deus e à minha família busquei forças para seguir trabalhando, evoluí na parte física, técnica e mental, e as coisas aconteceram.”
Quando fala em apoio da família, Damião refere-se mesmo ao pai, que foi quem o sustentou e o incentivou quando o dinheiro em casa era apertado na mudança do interior do Paraná para a capital paulista. Enquanto Seu Natalino se multiplicava no trabalho, o filho se destacava nos campos de várzea e nas peladas no Jardim Ângela, mas acumulava frustrações nos testes em clubes grandes. E o tempo ia passando.
Quase adulto, apostou fichas nas peneiras dos modestos XV de Outubro e Atlético de Ibirama, ambos de Santa Catarina, e não passou. Pior: ouviu a frase que hoje repete com um sorriso irônico no rosto. “No Ibirama muitos diziam que eu não vingaria. Enfrentei problemas bem complicados e quase larguei o futebol para ajudar a minha família.” A insistência e a troca de posições – de volante para atacante – foram decisivas na segunda chance, e ele pôde enfim começar sua trajetória.
Três divisões em três anos
De desengonçado e sem jeito, o atacante virou referência no Atlético de Ibirama em 2009, pouco depois de uma passagem pela terceira divisão nacional. Com oito gols no Campeonato Catarinense, foi um dos artilheiros da equipe e despertou a atenção de outros clubes pelo porte avantajado – 1,87 metro – e pela facilidade para finalizar. O Inter se mobilizou, acertou sua transferência e não demorou para contratá-lo em definitivo após um semestre com três títulos pelo time sub-20.
Em 2010, o salto se completou no Campeonato Gaúcho, quando o técnico Jorge Fossati colocou o time B em ação. Damião aproveitou a oportunidade com dois gols e duas assistências na estreia contra o Ypiranga e foi chamado para compor o elenco principal na Libertadores. Um semestre depois sairia aquele gol da final, e a sequência de avanços não pararia mais.
Por outro lado, a rapidez desse sucesso fez com que ele queimasse etapas. Sem a experiência das categorias de base, Damião teve de passar por um trabalho específico no Inter sob o comando de Luís Fernando Roese, o Ortiz, campeão mundial de futsal com o Brasil em Hong Kong 1992, para completar sua evolução. “Precisei aprimorar alguns fundamentos que não tive e me foquei neste trabalho com o Ortiz”, explica. “Ele me ajudou bastante e hoje estou bem melhor. Mas tenho que seguir trabalhando.”
Ao mesmo tempo que completava este ciclo, Damião realizava o sonho do orgulhoso Seu Natalino, ainda que a saudade de casa pesasse. “Meu pai me deu força para ir para Santa Catarina, mas precisei lutar muito para me adaptar a ficar sozinho”, lembra ele, que costuma homenagear “Seu Bigode” após os gols. “Felizmente me acostumei bem, estou com minha noiva há quatro anos e, sempre que possível, ele e meu irmão vêm para Porto Alegre. Ou quando tenho uma folguinha eu vou para lá”, revela o ilustre ex-morador do Jardim Ângela.
A Seleção é logo ali
Se já estava feliz com o rápido crescimento do filho, Seu Natalino quase foi às lágrimas quando soube, no final de março, que Damião deixaria o uniforme vermelho de lado para vestir o amarelo da Seleção. A chance veio no amistoso contra a Escócia, logo após os cortes de Alexandre Pato e Nilmar. Somente com Neymar e Jonas no ataque, Mano Menezes voltou os olhos para o artilheiro do Inter na temporada. “Para mim não foi surpresa. Tive marcas impressionantes, com muitos gols em poucos jogos”, cita, lembrando dos 13 que havia feito em nove jogos até então – com as contas atualizadas, são 17 em 15 partidas no ano. “O Mano sabe a pessoa que sou, dedicado e focado nos meus objetivos.”
Mais até do que os gols, o jogador parece ter agradado pela disposição em campo e, sobretudo, por possuir uma característica que, de certa forma, anda em falta no futebol brasileiro. “Os atacantes que já estão há um tempo na Seleção são mais rápidos, como o Neymar e o Nilmar, mas não são centroavantes que estão acostumados a brigar no meio da área por qualquer bola”, explica ao FIFA.com. “Somos poucos assim no Brasil hoje, e é por isso que quero voltar. Realizei meu sonho, mas quero mais”.
Com todos esses passos dados, Damião revive o recente sucesso de Santa Catarina em escala nacional – ou até mesmo internacional. Não seria surpresa, portanto, que esta história de rápida ascensão ganhasse outro capítulo em breve, com uma transferência para o exterior. Dizem que o Real Madrid estaria de olho nele, mas o Inter quer no mínimo 50 milhões de euros. Já Damião, agora, prefere não se apressar. “No momento eu penso em ficar, não quero sair. Quero ganhar mais uma Libertadores”.
(FIFA.com) Quinta-feira 21 de abril de 2011
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O empate contra o Chivas na final da Libertadores demorou para sair, mas foi um alívio para o torcedor colorado. Com a situação mais tranquila, o autor do gol Rafael Sóbis deixou o campo aos 27 minutos do segundo tempo para dar lugar a Leandro Damião, e a troca teve impacto imediato: quatro minutos mais tarde, a revelação do Internacional decretava a virada e se tornava, ainda aos 20 anos, um dos heróis do clube na conquista continental.
Tudo isso apenas sete meses depois de sua chegada ao time principal e três anos depois de ouvir de técnicos e dirigentes que não teria futuro no futebol profissional. Rápido na hora de balançar as redes naquela decisão, Damião também foi veloz para compensar o início tardio no esporte, para driblar as incertezas que rondaram sua carreira e para, em 2011, se tornar titular da Seleção Brasileira após um início fulminante de temporada.
A escalada veio como num conto de fadas e deixa o próprio jogador sem palavras para explicá-la. O que ele sabe, no entanto, é que essa mudança radical não foi obra do acaso e não teria sido possível sem uma boa dose de persistência. “Sempre tive de me dedicar ao máximo, insistir, mas é verdade que as coisas aconteceram muito rápido comigo”, confidencia o jogador ao FIFA.com. “Até os 17, 18 anos eu nem imaginava onde estaria. Graças a Deus e à minha família busquei forças para seguir trabalhando, evoluí na parte física, técnica e mental, e as coisas aconteceram.”
Quando fala em apoio da família, Damião refere-se mesmo ao pai, que foi quem o sustentou e o incentivou quando o dinheiro em casa era apertado na mudança do interior do Paraná para a capital paulista. Enquanto Seu Natalino se multiplicava no trabalho, o filho se destacava nos campos de várzea e nas peladas no Jardim Ângela, mas acumulava frustrações nos testes em clubes grandes. E o tempo ia passando.
Quase adulto, apostou fichas nas peneiras dos modestos XV de Outubro e Atlético de Ibirama, ambos de Santa Catarina, e não passou. Pior: ouviu a frase que hoje repete com um sorriso irônico no rosto. “No Ibirama muitos diziam que eu não vingaria. Enfrentei problemas bem complicados e quase larguei o futebol para ajudar a minha família.” A insistência e a troca de posições – de volante para atacante – foram decisivas na segunda chance, e ele pôde enfim começar sua trajetória.
Três divisões em três anos
De desengonçado e sem jeito, o atacante virou referência no Atlético de Ibirama em 2009, pouco depois de uma passagem pela terceira divisão nacional. Com oito gols no Campeonato Catarinense, foi um dos artilheiros da equipe e despertou a atenção de outros clubes pelo porte avantajado – 1,87 metro – e pela facilidade para finalizar. O Inter se mobilizou, acertou sua transferência e não demorou para contratá-lo em definitivo após um semestre com três títulos pelo time sub-20.
Em 2010, o salto se completou no Campeonato Gaúcho, quando o técnico Jorge Fossati colocou o time B em ação. Damião aproveitou a oportunidade com dois gols e duas assistências na estreia contra o Ypiranga e foi chamado para compor o elenco principal na Libertadores. Um semestre depois sairia aquele gol da final, e a sequência de avanços não pararia mais.
Por outro lado, a rapidez desse sucesso fez com que ele queimasse etapas. Sem a experiência das categorias de base, Damião teve de passar por um trabalho específico no Inter sob o comando de Luís Fernando Roese, o Ortiz, campeão mundial de futsal com o Brasil em Hong Kong 1992, para completar sua evolução. “Precisei aprimorar alguns fundamentos que não tive e me foquei neste trabalho com o Ortiz”, explica. “Ele me ajudou bastante e hoje estou bem melhor. Mas tenho que seguir trabalhando.”
Ao mesmo tempo que completava este ciclo, Damião realizava o sonho do orgulhoso Seu Natalino, ainda que a saudade de casa pesasse. “Meu pai me deu força para ir para Santa Catarina, mas precisei lutar muito para me adaptar a ficar sozinho”, lembra ele, que costuma homenagear “Seu Bigode” após os gols. “Felizmente me acostumei bem, estou com minha noiva há quatro anos e, sempre que possível, ele e meu irmão vêm para Porto Alegre. Ou quando tenho uma folguinha eu vou para lá”, revela o ilustre ex-morador do Jardim Ângela.
A Seleção é logo ali
Se já estava feliz com o rápido crescimento do filho, Seu Natalino quase foi às lágrimas quando soube, no final de março, que Damião deixaria o uniforme vermelho de lado para vestir o amarelo da Seleção. A chance veio no amistoso contra a Escócia, logo após os cortes de Alexandre Pato e Nilmar. Somente com Neymar e Jonas no ataque, Mano Menezes voltou os olhos para o artilheiro do Inter na temporada. “Para mim não foi surpresa. Tive marcas impressionantes, com muitos gols em poucos jogos”, cita, lembrando dos 13 que havia feito em nove jogos até então – com as contas atualizadas, são 17 em 15 partidas no ano. “O Mano sabe a pessoa que sou, dedicado e focado nos meus objetivos.”
Mais até do que os gols, o jogador parece ter agradado pela disposição em campo e, sobretudo, por possuir uma característica que, de certa forma, anda em falta no futebol brasileiro. “Os atacantes que já estão há um tempo na Seleção são mais rápidos, como o Neymar e o Nilmar, mas não são centroavantes que estão acostumados a brigar no meio da área por qualquer bola”, explica ao FIFA.com. “Somos poucos assim no Brasil hoje, e é por isso que quero voltar. Realizei meu sonho, mas quero mais”.
Com todos esses passos dados, Damião revive o recente sucesso de Santa Catarina em escala nacional – ou até mesmo internacional. Não seria surpresa, portanto, que esta história de rápida ascensão ganhasse outro capítulo em breve, com uma transferência para o exterior. Dizem que o Real Madrid estaria de olho nele, mas o Inter quer no mínimo 50 milhões de euros. Já Damião, agora, prefere não se apressar. “No momento eu penso em ficar, não quero sair. Quero ganhar mais uma Libertadores”.