Subpage under development, new version coming soon!
Subject: Taça Libertadores 2011
O que que eu vou dizer!?
Sem o Lúcio o Grêmio perde a única jogada de ligação, já que o Douglas só joga quando quer. Com a ausência do Victor pior ainda. E que saudade do Paulão. Nunca pensei que diria isso... :S
Agora é montar um time para o brasileirão, porque LA sem elenco não tem como levar.
Sem o Lúcio o Grêmio perde a única jogada de ligação, já que o Douglas só joga quando quer. Com a ausência do Victor pior ainda. E que saudade do Paulão. Nunca pensei que diria isso... :S
Agora é montar um time para o brasileirão, porque LA sem elenco não tem como levar.
Uma noite de Pratto cheio para a torcida gremista!
Que também é conhecida como La U! Gênio! sei que tu se lembra bem da do Chile, foi pra ela que tu passou vergonha também.
O Gremio leva a classificaçao ainda.
Jogou mto desfalcado, além da expulsão e uma boa contribuição da arbitragem pra universidade catolica.
zaga mto fraca.
nem acredito q sai mais cedo da faculdade pra ver esse jogo
Jogou mto desfalcado, além da expulsão e uma boa contribuição da arbitragem pra universidade catolica.
zaga mto fraca.
nem acredito q sai mais cedo da faculdade pra ver esse jogo
Tão conhecida qt o Grêmio chegar no Chile e falarem q ganharam do colorado.
En 1973, la UC descendió a Segunda División
bajo la dirección técnica de Ignacio Prieto, que la UC lograría la corona.
hinchada cruzada como años en que la UC siempre estuvo
la UC fue una gran candidata al título de los años 1994 y 1995.
etc
bajo la dirección técnica de Ignacio Prieto, que la UC lograría la corona.
hinchada cruzada como años en que la UC siempre estuvo
la UC fue una gran candidata al título de los años 1994 y 1995.
etc
Pato, pesquisa antes de falar vai. =D
La U = Universidade do Chile
La Catolica = Universidade Catolica
E o Flamengo perdeu para a La U, que a do Chile, nada a ver com esse timeco ai. =D
Mas eu te perdoo que até os caras da bandsports confundiram.. ¬¬
La U = Universidade do Chile
La Catolica = Universidade Catolica
E o Flamengo perdeu para a La U, que a do Chile, nada a ver com esse timeco ai. =D
Mas eu te perdoo que até os caras da bandsports confundiram.. ¬¬
la = a
UC = universidade catolica
msm coisa que falar "O SPFC", O "SCCP", O "CRF", etc..
Mas "La U" é como é conhecido o time da Universidade do Chile.
UC = universidade catolica
msm coisa que falar "O SPFC", O "SCCP", O "CRF", etc..
Mas "La U" é como é conhecido o time da Universidade do Chile.
Vsf, Grêmio, se não der grenal nas quartas eu não vou pra Porto Alegre agora. --'
Acho que a natureza se encarregou de tirar um dos times antes das quartas para evitar a morte de 80% das torcidas do Inter e do Grêmio por infarto.
Acho que a natureza se encarregou de tirar um dos times antes das quartas para evitar a morte de 80% das torcidas do Inter e do Grêmio por infarto.
Então o Luiz Carlos Jr. tá errado tb pq ele falou isso durante a transmissão.
Dupla mitica da RB$:
O primeiro da lista é ele, David Coimbra, um exemplo de imparcialidade!
7jan
Ronaldinho já é do Grêmio
Categorias: 1 |
O contrato entre Grêmio e Ronaldinho está pronto.
Concluído.
Acertado.
Todas as arestas foram aparadas. Não há mais pendências.
Nesse sábado, Ronaldinho embarca em um avião de Florianópolis, chega a Porto Alegre e assina o contrato.
Depois disso será feito o anúncio à imprensa.
Mas já está certo: Ronaldinho jogará no Grêmio nos próximos quatro anos.
Quarta-feira, 06 de maio de 2009
Tcheco, O homem superior
O Flávio Tavares agora mora em Búzios, de frente para a branca espuma das ondas do Atlântico. Longe se vão os tempos em que sobraçava uma metralhadora ponto-30 para derrubar os generais-presidentes, os tempos de prisão nos calabouços das ditaduras da América Latina, do exílio de uma década inteira. O Flávio Tavares agora reflete, lê e escreve. E, vez em quando, é ouvido por algum repórter atilado. Foi o que ocorreu dias atrás. Um atilado repórter da TV Senado entrevistou o Flávio Tavares, que contou histórias muito interessantes. Uma, a meu ver, mais do que todas. A seguinte:
No alvorecer dos seus 20 anos de idade, Flávio Tavares era um fogoso líder estudantil, contestador, crítico acérrimo do governo, na época exercido por Getúlio Vargas. Flávio apreciava, mesmo, a retórica incandescente do jornalista Carlos Lacerda, alcunhado de “O Corvo”. Então, quando Getúlio desceu do Rio a Porto Alegre para uma visita oficial, Flávio torceu o nariz. E, quando soube que ele e outros estudantes teriam uma audiência com o presidente, não se mostrou envaidecido ou entusiasmado. Não gostava de Getúlio, não acreditava em suas boas intenções.
No dia da audiência, Flávio postou-se diante de Getúlio com o queixo erguido pela arrogância típica da juventude. Levava, no olhar, o brilho cínico dos seus 20 anos e, debaixo do braço, um projeto que, tinha a certeza, revolucionaria a universidade brasileira. Getúlio deu a chamada passada d’olhos no projeto e disse:
— Vamos ver isso com mais calma amanhã.
E marcou nova reunião. No dia seguinte, Flávio Tavares viu-se a sós numa sala com Getúlio Vargas, os dois cara a cara, o maior personagem da história política brasileira e um anônimo estudante de uma universidade do sul do país. Aí deu-se a magia. Getúlio foi tão atencioso, tão paciente, que Flávio saiu da sala flutuando. A partir daquele momento, tratou de aprender mais sobre Getúlio Vargas, e aprendeu, e passou a admirá-lo. Pouco mais de um mês depois, Getúlio sentou-se na beira de sua cama no Palácio do Catete e desferiu um tiro de .32 no próprio peito.
Alguém pode achar que a admiração de Flávio Tavares por Getúlio Vargas foi gerada pelo fascínio que emana do poder. Não creio. Creio que Flávio Tavares reconheceu em Getúlio Vargas algo que ele próprio possui: valores morais.
A maioria dos homens, neste Vale de Lágrimas, move-se por dinheiro, fama ou poder. A grande maioria. Alguns poucos não. Alguns poucos, o que lhes importa é o que carregam na alma, o que acreditam, suas crenças, suas ideias, seus sentimentos. E isso é intangível, e é poderoso.
Se é raro encontrar homens assim na sociedade em geral, no futebol isso é quase impossível. O futebol é, por natureza, uma atividade superficial.
Domingo passado, porém, encontrei uma ave rara no ambiente do futebol. Tcheco foi ao Bate Bola, da TVCOM, e narrou uma história que demonstrou o tipo de figura que ele é. Disse Tcheco, que, quando estava na Arábia, sonhava em voltar ao Grêmio. Não por sentir falta da feijoada do Continental, do chope cremoso do bar do Atílio, das pernas longas das loiras de Porto Alegre ou das manhãs amenas sob os plátanos do Menino Deus, mas só e tão-somente para dar um grande título ao clube.
— Era algo que eu tinha de fazer — disse, e com essa frase disse tudo: ali estava um homem que sentia a necessidade de fazer algo.
No entanto, Tcheco leu em algum lugar que o Grêmio não o queria de volta.
— Aquilo doeu — confessou. — Liguei para o Pelaipe, que nem era mais diretor do Grêmio, e perguntei se era verdade.
Pelaipe, por sua vez, falou com o presidente Odone, que, mais do que depressa, recontratou o jogador.
— Não queria saber de salário, de luvas, de contrato, de nada. Só queria voltar para dar um grande título ao clube — completou Tcheco.
É um jogador desse quilate que ora veste a camisa do Grêmio. Eis um ser humano superior, que não está no mundo apenas pelo que o mundo pode lhe dar, mas pelo que ele pode dar ao mundo. Como deu um Getúlio Vargas, como dá um Flávio Tavares. Passei a acreditar no futuro do Grêmio depois de descobrir quem é Tcheco.
Diogo Olivier:
29/11/2010 | 08h10min
Grêmio pinta como favorito na Libertadores 2011
Diogo Olivier
diogo.olivier@zerohora.com.br
O futebol é traiçoeiro, esta á uma lição que se aprende logo. Então, dali a pouco o Botafogo de tantos azares e tragédias nas últimas décadas apronta para cima do Grêmio no domingo.
Ou o Goiás se enche de brio e festeja o título da Sul-Americana na Argentina contra o Independiente, o que seria uma zebra vistosa e lustrosa. Como não acredito nem na primeira, e menos ainda na segunda alternativa, penso que dá para dizer o seguinte.
O Grêmio é muito candidato ao título da Libertadores do ano que vem.
Delírio? Não creio. Entre os brasileiros que representarão o país em 2011, o Grêmio é o que está jogando mais. Ganha fora de casa (os 3 a 0 sobre o Guarani foram de uma naturalidade espantosa), ganha no Olímpico, faz gols de todas as maneiras, praticamente não os toma, tem o goleador, o melhor goleiro, o técnico do campeonato e não deve perder ninguém para o próximo ano.
O time está pronto. Se contratar pontualmente (um lateral-esquerdo, um zagueiro e um volante) jogadores de qualidade superior, terá time titular e grupo de fazer inveja. Isso sob o comando de Renato Portaluppi, obviamente.
Renato é o mágico deste show que foi o Grêmio no segundo turno. E não é tiro curto. Renato já enfrentou as mais variadas situações e tirou todas de letra (desfalques, expulsão, desvantagem no marcador, armadilhas táticas).
Para completar, os dois superclubes da Argentina estão fora: Boca Juniors e River Plate. O Estudiantes mostra sinais de cansaço. Os times uruguaios tornaram-se medianos, distantes daquelas esquadras de até os anos 80. Restamos brasileiros, e entre os brasileiros quem vem jogando melhor é o Grêmio.
Se o Grêmio ficar mesmo com a quarta vaga e contratar dois ou três reforços, talvez nem isso, é favorito ao título da Libertadores.
Que virada de ano surpreendente no Olímpico, que se viu preparando o rebaixamento a certa altura.
O primeiro da lista é ele, David Coimbra, um exemplo de imparcialidade!
7jan
Ronaldinho já é do Grêmio
Categorias: 1 |
O contrato entre Grêmio e Ronaldinho está pronto.
Concluído.
Acertado.
Todas as arestas foram aparadas. Não há mais pendências.
Nesse sábado, Ronaldinho embarca em um avião de Florianópolis, chega a Porto Alegre e assina o contrato.
Depois disso será feito o anúncio à imprensa.
Mas já está certo: Ronaldinho jogará no Grêmio nos próximos quatro anos.
Quarta-feira, 06 de maio de 2009
Tcheco, O homem superior
O Flávio Tavares agora mora em Búzios, de frente para a branca espuma das ondas do Atlântico. Longe se vão os tempos em que sobraçava uma metralhadora ponto-30 para derrubar os generais-presidentes, os tempos de prisão nos calabouços das ditaduras da América Latina, do exílio de uma década inteira. O Flávio Tavares agora reflete, lê e escreve. E, vez em quando, é ouvido por algum repórter atilado. Foi o que ocorreu dias atrás. Um atilado repórter da TV Senado entrevistou o Flávio Tavares, que contou histórias muito interessantes. Uma, a meu ver, mais do que todas. A seguinte:
No alvorecer dos seus 20 anos de idade, Flávio Tavares era um fogoso líder estudantil, contestador, crítico acérrimo do governo, na época exercido por Getúlio Vargas. Flávio apreciava, mesmo, a retórica incandescente do jornalista Carlos Lacerda, alcunhado de “O Corvo”. Então, quando Getúlio desceu do Rio a Porto Alegre para uma visita oficial, Flávio torceu o nariz. E, quando soube que ele e outros estudantes teriam uma audiência com o presidente, não se mostrou envaidecido ou entusiasmado. Não gostava de Getúlio, não acreditava em suas boas intenções.
No dia da audiência, Flávio postou-se diante de Getúlio com o queixo erguido pela arrogância típica da juventude. Levava, no olhar, o brilho cínico dos seus 20 anos e, debaixo do braço, um projeto que, tinha a certeza, revolucionaria a universidade brasileira. Getúlio deu a chamada passada d’olhos no projeto e disse:
— Vamos ver isso com mais calma amanhã.
E marcou nova reunião. No dia seguinte, Flávio Tavares viu-se a sós numa sala com Getúlio Vargas, os dois cara a cara, o maior personagem da história política brasileira e um anônimo estudante de uma universidade do sul do país. Aí deu-se a magia. Getúlio foi tão atencioso, tão paciente, que Flávio saiu da sala flutuando. A partir daquele momento, tratou de aprender mais sobre Getúlio Vargas, e aprendeu, e passou a admirá-lo. Pouco mais de um mês depois, Getúlio sentou-se na beira de sua cama no Palácio do Catete e desferiu um tiro de .32 no próprio peito.
Alguém pode achar que a admiração de Flávio Tavares por Getúlio Vargas foi gerada pelo fascínio que emana do poder. Não creio. Creio que Flávio Tavares reconheceu em Getúlio Vargas algo que ele próprio possui: valores morais.
A maioria dos homens, neste Vale de Lágrimas, move-se por dinheiro, fama ou poder. A grande maioria. Alguns poucos não. Alguns poucos, o que lhes importa é o que carregam na alma, o que acreditam, suas crenças, suas ideias, seus sentimentos. E isso é intangível, e é poderoso.
Se é raro encontrar homens assim na sociedade em geral, no futebol isso é quase impossível. O futebol é, por natureza, uma atividade superficial.
Domingo passado, porém, encontrei uma ave rara no ambiente do futebol. Tcheco foi ao Bate Bola, da TVCOM, e narrou uma história que demonstrou o tipo de figura que ele é. Disse Tcheco, que, quando estava na Arábia, sonhava em voltar ao Grêmio. Não por sentir falta da feijoada do Continental, do chope cremoso do bar do Atílio, das pernas longas das loiras de Porto Alegre ou das manhãs amenas sob os plátanos do Menino Deus, mas só e tão-somente para dar um grande título ao clube.
— Era algo que eu tinha de fazer — disse, e com essa frase disse tudo: ali estava um homem que sentia a necessidade de fazer algo.
No entanto, Tcheco leu em algum lugar que o Grêmio não o queria de volta.
— Aquilo doeu — confessou. — Liguei para o Pelaipe, que nem era mais diretor do Grêmio, e perguntei se era verdade.
Pelaipe, por sua vez, falou com o presidente Odone, que, mais do que depressa, recontratou o jogador.
— Não queria saber de salário, de luvas, de contrato, de nada. Só queria voltar para dar um grande título ao clube — completou Tcheco.
É um jogador desse quilate que ora veste a camisa do Grêmio. Eis um ser humano superior, que não está no mundo apenas pelo que o mundo pode lhe dar, mas pelo que ele pode dar ao mundo. Como deu um Getúlio Vargas, como dá um Flávio Tavares. Passei a acreditar no futuro do Grêmio depois de descobrir quem é Tcheco.
Diogo Olivier:
29/11/2010 | 08h10min
Grêmio pinta como favorito na Libertadores 2011
Diogo Olivier
diogo.olivier@zerohora.com.br
O futebol é traiçoeiro, esta á uma lição que se aprende logo. Então, dali a pouco o Botafogo de tantos azares e tragédias nas últimas décadas apronta para cima do Grêmio no domingo.
Ou o Goiás se enche de brio e festeja o título da Sul-Americana na Argentina contra o Independiente, o que seria uma zebra vistosa e lustrosa. Como não acredito nem na primeira, e menos ainda na segunda alternativa, penso que dá para dizer o seguinte.
O Grêmio é muito candidato ao título da Libertadores do ano que vem.
Delírio? Não creio. Entre os brasileiros que representarão o país em 2011, o Grêmio é o que está jogando mais. Ganha fora de casa (os 3 a 0 sobre o Guarani foram de uma naturalidade espantosa), ganha no Olímpico, faz gols de todas as maneiras, praticamente não os toma, tem o goleador, o melhor goleiro, o técnico do campeonato e não deve perder ninguém para o próximo ano.
O time está pronto. Se contratar pontualmente (um lateral-esquerdo, um zagueiro e um volante) jogadores de qualidade superior, terá time titular e grupo de fazer inveja. Isso sob o comando de Renato Portaluppi, obviamente.
Renato é o mágico deste show que foi o Grêmio no segundo turno. E não é tiro curto. Renato já enfrentou as mais variadas situações e tirou todas de letra (desfalques, expulsão, desvantagem no marcador, armadilhas táticas).
Para completar, os dois superclubes da Argentina estão fora: Boca Juniors e River Plate. O Estudiantes mostra sinais de cansaço. Os times uruguaios tornaram-se medianos, distantes daquelas esquadras de até os anos 80. Restamos brasileiros, e entre os brasileiros quem vem jogando melhor é o Grêmio.
Se o Grêmio ficar mesmo com a quarta vaga e contratar dois ou três reforços, talvez nem isso, é favorito ao título da Libertadores.
Que virada de ano surpreendente no Olímpico, que se viu preparando o rebaixamento a certa altura.
Depois quando te zoam (com toda a razão) tu ainda quer dar xilique. Tu critica mais o Grêmio do que fala do teu time.
Porque não fala que o cara que pisou no rosto (mais precisamente na boca) do Fábio não recebeu cartão quando merecia ser expulso? Porque não fala que o cara que quase quebrou a perna do Lins não recebeu cartão?
Aproveita e festeja a derrota do Grêmio porque o teu Clube não te dará muitas alegrias este ano.
Porque não fala que o cara que pisou no rosto (mais precisamente na boca) do Fábio não recebeu cartão quando merecia ser expulso? Porque não fala que o cara que quase quebrou a perna do Lins não recebeu cartão?
Aproveita e festeja a derrota do Grêmio porque o teu Clube não te dará muitas alegrias este ano.