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Subject: Kit gay
Interessante que a galera que pede prova científica sobre o tal gene gay são, geralmente, as mesmas pessoas que acreditam no amigo imaginário dos adultos (não preciso dizer quem seja), ou seja, ciência só quando lhes convêm.
Vamos a questão, o mais importante não é determinar se uma pessoa nasce ou não homossexual, a questão central é: ser homossexual é uma coisa normal ou uma aberração (como querem os que têm uma consciência governada pelo mundo mítico).
Portanto, mesmo considerando o fato implausível da homossexualidade ser influenciada, isso é uma questão de liberdade natural. Ou seja, se a pessoa é feliz sendo homossexual, qual o problema dela ter se tornado homossexual? Absolutamente nenhum.
Geralmente quem defende a tese da influência, e tentam se afastar dela, são justamente aqueles que são falsos héteros, inconscientemente (ou não) tentam afastar de si tudo aquilo que explícita sua contradição natural, são eles naturalmente homossexuais com uma cabeça heterossexual construída a partir de um alto nível de repressão familiar e social.
Vamos a questão, o mais importante não é determinar se uma pessoa nasce ou não homossexual, a questão central é: ser homossexual é uma coisa normal ou uma aberração (como querem os que têm uma consciência governada pelo mundo mítico).
Portanto, mesmo considerando o fato implausível da homossexualidade ser influenciada, isso é uma questão de liberdade natural. Ou seja, se a pessoa é feliz sendo homossexual, qual o problema dela ter se tornado homossexual? Absolutamente nenhum.
Geralmente quem defende a tese da influência, e tentam se afastar dela, são justamente aqueles que são falsos héteros, inconscientemente (ou não) tentam afastar de si tudo aquilo que explícita sua contradição natural, são eles naturalmente homossexuais com uma cabeça heterossexual construída a partir de um alto nível de repressão familiar e social.
Acho que devem existir leis genéricas que tornem crime violência verbal e/ou física contra qualquer tipo de minoria, mas ter uma lei que dá tantos direitos aos homossexuais tem claramente outro objetivo.
DISCORDO.
Por quê?
Porque leis que proíbam a violência já existem, seja contra as minorias, seja contra as maiorias!
VIOLÊNCIA É CRIME, seja contra gays, seja contra heteros.
E o crime é O MESMO, seja praticado por gays, seja praticado por heteros, seja contra gays, seja contra heteros.
Simples assim.
DISCORDO.
Por quê?
Porque leis que proíbam a violência já existem, seja contra as minorias, seja contra as maiorias!
VIOLÊNCIA É CRIME, seja contra gays, seja contra heteros.
E o crime é O MESMO, seja praticado por gays, seja praticado por heteros, seja contra gays, seja contra heteros.
Simples assim.
Não, o q vc falou tá tudo errado!
Se um gay chama um gay de gay, não seria injúria
Errado, se falar com desprezo, no intuito de ofender, e ofender a honra subjetiva de quem foi xingado, é injúria, independentemente se quem ofendeu é gay ou não-gay.
se um não-gay chama o gay de gay, seria injúria? Isso é que é discriminação - é a noção de que um grupo de pessoas tem direitos que outro grupo não tem.
Não, não é por ser não-gay a pessoa que xingou que é injúria. Comete o crime de injúria por chamar de gay querendo ofender, atacando a honra subjetiva de quem foi xingado, independentemente de quem xingou. Simples. Não tem discriminação nenhuma aí.
Se um gay chama um gay de gay, não seria injúria
Errado, se falar com desprezo, no intuito de ofender, e ofender a honra subjetiva de quem foi xingado, é injúria, independentemente se quem ofendeu é gay ou não-gay.
se um não-gay chama o gay de gay, seria injúria? Isso é que é discriminação - é a noção de que um grupo de pessoas tem direitos que outro grupo não tem.
Não, não é por ser não-gay a pessoa que xingou que é injúria. Comete o crime de injúria por chamar de gay querendo ofender, atacando a honra subjetiva de quem foi xingado, independentemente de quem xingou. Simples. Não tem discriminação nenhuma aí.
A lei contra a homofobia é fundamental, não pra dar mais direitos pros homossexuais como nesciamente dizem alguns.
Afinal, alguém aqui já viu héteros serem agredidos e mortos por serem héteros.
Os gays são. Por isso, para que possam plenamente realizarem sua condição de cidadãos é preciso tal tipo de lei. Que seria desnecessária se vivessemos em um mundo onde a razão governasse, e não a miticalidade religiosa.
Afinal, alguém aqui já viu héteros serem agredidos e mortos por serem héteros.
Os gays são. Por isso, para que possam plenamente realizarem sua condição de cidadãos é preciso tal tipo de lei. Que seria desnecessária se vivessemos em um mundo onde a razão governasse, e não a miticalidade religiosa.
Que post interessante! Deu vontade de comentar parágrafo a parágrafo.
Interessante que a galera que pede prova científica sobre o tal gene gay são, geralmente, as mesmas pessoas que acreditam no amigo imaginário dos adultos (não preciso dizer quem seja), ou seja, ciência só quando lhes convêm.
Não entendi o seu argumento. Como assim, amigo imaginário? Você está falando da psicanálise? Ou está falando da religião? Será que do fato de alguém acreditar na psicanálise ou na religião decorre que essa pessoa esteja sempre enganada quando quer uma prova científica a respeito de um assunto científico?
Eu não precisaria explicar, porque é óbvio, mas vamos lá. O fato de alguém acreditar na psicanálise, quando o assunto é o conjunto dos problemas mentais dela, ou na religião, quando o assunto é uma regra moral, não significa que a pessoa não possa acreditar na ciência quando o assunto é científico. Mas parece que para você se a pessoa acredita na psicanálise ou na religião, então deveria ser proibida de exigir argumentos científicos quando o assunto é do escopo da ciência... Ah, por favor...
Vamos a questão, o mais importante não é determinar se uma pessoa nasce ou não homossexual,
A afirmação peremptória de que é óbvio que uma pessoa nasce homossexual não foi minha, foi sua!
a questão central é: ser homossexual é uma coisa normal ou uma aberração (como querem os que têm uma consciência governada pelo mundo mítico).
Você está dizendo que somente quem é religioso considera uma aberração o homossexualismo, e que todos que são religiosos consideram ser homossexual uma aberração.
Errado nos dois casos. Claro que a palavra "aberração" fica por sua conta.
É perfeitamente possível considerar o homossexualismo um desvio da norma sem adotar uma postura religiosa. Por exemplo, o comunismo dos anos de chumbo considerava isso e não poderia ser considerado religioso - era CONTRA a religião! A mesma coisa com o nazismo. E até mesmo é possível considerar o homossexualismo um desvio da norma sendo um democrata - desde que não se deseje interferir na vida do homossexual.
Por outro lado, é perfeitamente possível aceitar que o homossexualismo existe sendo religioso. A maior parte das pessoas religiosas que conheço (de várias religiões: catolicismo, protestantismo, espiritismo, umbanda, etc) convivem normalmente com homossexuais, e alguns são até gays.
Então, sinto muito, mas você está 100% equivocado em tudo que disse nesse parágrafo.
Portanto,
Partindo de premissas equivocadas, a conclusão será provavelmente equivocada. Mas vamos lá.
mesmo considerando o fato implausível da homossexualidade ser influenciada
Implausível? Obrigado por demonstrar, nos seus argumentos, a implausibilidade da influência cultural do homossexualismo. Brincadeirinha. Você não demonstrou fato nenhum! :)
isso é uma questão de liberdade natural. Ou seja, se a pessoa é feliz sendo homossexual, qual o problema dela ter se tornado homossexual? Absolutamente nenhum.
Finalmente uma proposição correta.
O problema é que ninguém aqui está dizendo que o homossexual precisa ser "curado" ou que tem que ser preso ou morto. Pelo contrário.
O que se está defendendo é o direito de escolher como se vai educar um filho. É o direito de os pais rejeitarem que o filho de oito anos seja bombardeado com propaganda pró-gay.
O que se está defendendo é que os pais têm o direito de escolher uma educação heterossexual para os filhos - ainda que, pela opção dos filhos, eles se tornem homossexuais.
Mas PELA OPÇÃO DOS INDIVÍDUOS, não pela propaganda, pressão ou encorajamento do governo NAS ESCOLAS DE ENSINO INFANTIL.
Geralmente quem defende a tese da influência, e tentam se afastar dela, são justamente aqueles que são falsos héteros, inconscientemente (ou não) tentam afastar de si tudo aquilo que explícita sua contradição natural, são eles naturalmente homossexuais com uma cabeça heterossexual construída a partir de um alto nível de repressão familiar e social.
Não use a sua régua para medir os outros, cara. A grande maioria das pessoas não é como você acha que são...
O problema é que sempre a gente acha que os outros são como a gente... é por isso que o malandro sempre acha que tão querendo passá-lo para trás, a prostituta sempre acha que tão querendo sair com ela, o cara com complexo de inferioridade sempre acha que o humilham, e o homossexual reprimido sempre acha que... bem, deixa pra lá. ;)
Interessante que a galera que pede prova científica sobre o tal gene gay são, geralmente, as mesmas pessoas que acreditam no amigo imaginário dos adultos (não preciso dizer quem seja), ou seja, ciência só quando lhes convêm.
Não entendi o seu argumento. Como assim, amigo imaginário? Você está falando da psicanálise? Ou está falando da religião? Será que do fato de alguém acreditar na psicanálise ou na religião decorre que essa pessoa esteja sempre enganada quando quer uma prova científica a respeito de um assunto científico?
Eu não precisaria explicar, porque é óbvio, mas vamos lá. O fato de alguém acreditar na psicanálise, quando o assunto é o conjunto dos problemas mentais dela, ou na religião, quando o assunto é uma regra moral, não significa que a pessoa não possa acreditar na ciência quando o assunto é científico. Mas parece que para você se a pessoa acredita na psicanálise ou na religião, então deveria ser proibida de exigir argumentos científicos quando o assunto é do escopo da ciência... Ah, por favor...
Vamos a questão, o mais importante não é determinar se uma pessoa nasce ou não homossexual,
A afirmação peremptória de que é óbvio que uma pessoa nasce homossexual não foi minha, foi sua!
a questão central é: ser homossexual é uma coisa normal ou uma aberração (como querem os que têm uma consciência governada pelo mundo mítico).
Você está dizendo que somente quem é religioso considera uma aberração o homossexualismo, e que todos que são religiosos consideram ser homossexual uma aberração.
Errado nos dois casos. Claro que a palavra "aberração" fica por sua conta.
É perfeitamente possível considerar o homossexualismo um desvio da norma sem adotar uma postura religiosa. Por exemplo, o comunismo dos anos de chumbo considerava isso e não poderia ser considerado religioso - era CONTRA a religião! A mesma coisa com o nazismo. E até mesmo é possível considerar o homossexualismo um desvio da norma sendo um democrata - desde que não se deseje interferir na vida do homossexual.
Por outro lado, é perfeitamente possível aceitar que o homossexualismo existe sendo religioso. A maior parte das pessoas religiosas que conheço (de várias religiões: catolicismo, protestantismo, espiritismo, umbanda, etc) convivem normalmente com homossexuais, e alguns são até gays.
Então, sinto muito, mas você está 100% equivocado em tudo que disse nesse parágrafo.
Portanto,
Partindo de premissas equivocadas, a conclusão será provavelmente equivocada. Mas vamos lá.
mesmo considerando o fato implausível da homossexualidade ser influenciada
Implausível? Obrigado por demonstrar, nos seus argumentos, a implausibilidade da influência cultural do homossexualismo. Brincadeirinha. Você não demonstrou fato nenhum! :)
isso é uma questão de liberdade natural. Ou seja, se a pessoa é feliz sendo homossexual, qual o problema dela ter se tornado homossexual? Absolutamente nenhum.
Finalmente uma proposição correta.
O problema é que ninguém aqui está dizendo que o homossexual precisa ser "curado" ou que tem que ser preso ou morto. Pelo contrário.
O que se está defendendo é o direito de escolher como se vai educar um filho. É o direito de os pais rejeitarem que o filho de oito anos seja bombardeado com propaganda pró-gay.
O que se está defendendo é que os pais têm o direito de escolher uma educação heterossexual para os filhos - ainda que, pela opção dos filhos, eles se tornem homossexuais.
Mas PELA OPÇÃO DOS INDIVÍDUOS, não pela propaganda, pressão ou encorajamento do governo NAS ESCOLAS DE ENSINO INFANTIL.
Geralmente quem defende a tese da influência, e tentam se afastar dela, são justamente aqueles que são falsos héteros, inconscientemente (ou não) tentam afastar de si tudo aquilo que explícita sua contradição natural, são eles naturalmente homossexuais com uma cabeça heterossexual construída a partir de um alto nível de repressão familiar e social.
Não use a sua régua para medir os outros, cara. A grande maioria das pessoas não é como você acha que são...
O problema é que sempre a gente acha que os outros são como a gente... é por isso que o malandro sempre acha que tão querendo passá-lo para trás, a prostituta sempre acha que tão querendo sair com ela, o cara com complexo de inferioridade sempre acha que o humilham, e o homossexual reprimido sempre acha que... bem, deixa pra lá. ;)
Afinal, alguém aqui já viu héteros serem agredidos e mortos por serem héteros.
Os gays são.
Bem, já que você conhece tanto da violência contra os gays, deve saber que a IMENSA MAIORIA dos assassinatos de gays é cometida por garotos de programa, que, por definição, são gays também.
Então estamos diante do seguinte problema:
se há muitos gays assassinados, há igualmente muitos gays assassinos.
Vamos criar leis específicas para proteger os gays? O natural seria então criar leis específicas para lidar com os gays assassinos também...
Os gays são.
Bem, já que você conhece tanto da violência contra os gays, deve saber que a IMENSA MAIORIA dos assassinatos de gays é cometida por garotos de programa, que, por definição, são gays também.
Então estamos diante do seguinte problema:
se há muitos gays assassinados, há igualmente muitos gays assassinos.
Vamos criar leis específicas para proteger os gays? O natural seria então criar leis específicas para lidar com os gays assassinos também...
Ok, mas isso vale para qualquer coisa.
Por exemplo: se você me chama de "homofóbico" para atacar minha honra subjetiva, eu posso lhe processar, ainda que eu efetivamente seja homofóbico.
Entendeu o problema?
Então, se um cara vai lá e fala para o gay: "GAY!", e o gay grita: "HOMOFÓBICO!", e a polícia chega, a rigor ambos poderiam, caso tenham se sentido ofendidos, processar o outro por injúria.
Maneiro isso, não é? ;)
Por exemplo: se você me chama de "homofóbico" para atacar minha honra subjetiva, eu posso lhe processar, ainda que eu efetivamente seja homofóbico.
Entendeu o problema?
Então, se um cara vai lá e fala para o gay: "GAY!", e o gay grita: "HOMOFÓBICO!", e a polícia chega, a rigor ambos poderiam, caso tenham se sentido ofendidos, processar o outro por injúria.
Maneiro isso, não é? ;)
É, eu sei, quem ofende o outro pode ser processado, tanto civil quanto criminalmente. Claro que quem ofendeu depois de ter sido ofendido pode alegar legítima defesa, mas aí virão teses jurídicas atrás de teses jurídicas, e cada um defenderá o seu ponto de vista judicialmente.
Eu só tinha falado aquilo lá antes pq vc tinha dito que chamar gay de gay não era crime, e quis pontuar que, a depender do caso, poderia ser, só isso! ;)
Eu só tinha falado aquilo lá antes pq vc tinha dito que chamar gay de gay não era crime, e quis pontuar que, a depender do caso, poderia ser, só isso! ;)
Tá certo, mas seria realmente engraçado um gay assumido processar outro gay assumido por ter chamado de gay. ;)
Roxxy.
Um ponto que você levantou é importante nessa discussão toda. O direito dos pais educarem os filhos como quiserem.
Eu sou absolutamente contra isso. Por dois pontos básicos. Qualquer normatização social é uma construção social e histórica. Dessa forma, você isolar a educação infantil a partir da tradição familiar é justamente ignorar, em todos seus aspectos, o mundo social onde estão e continuarão inseridos as crianças quando adultas. Ou seja, os pais educam os filhos a partir dos próprios preconceitos herdados por seus pais e assim por diante. Em qualquer sociedade minimamente razóavel a educação das crianças devem ser socialmente coletiva. E nisso entro no outro problema, que é um aspecto cultural terrível, um pensamento hegemônico hoje em dia, que é achar que crianças pertecem materialmente a seus pais, ignorando assim sua condição ontólogica de ser social.
Mas enfim, só esclarecendo, quando digo amigo imaginário dos adultos estou apenas usando um eufemismo pra deus, não sei de onde você tirou psicanálise.
Um ponto que você levantou é importante nessa discussão toda. O direito dos pais educarem os filhos como quiserem.
Eu sou absolutamente contra isso. Por dois pontos básicos. Qualquer normatização social é uma construção social e histórica. Dessa forma, você isolar a educação infantil a partir da tradição familiar é justamente ignorar, em todos seus aspectos, o mundo social onde estão e continuarão inseridos as crianças quando adultas. Ou seja, os pais educam os filhos a partir dos próprios preconceitos herdados por seus pais e assim por diante. Em qualquer sociedade minimamente razóavel a educação das crianças devem ser socialmente coletiva. E nisso entro no outro problema, que é um aspecto cultural terrível, um pensamento hegemônico hoje em dia, que é achar que crianças pertecem materialmente a seus pais, ignorando assim sua condição ontólogica de ser social.
Mas enfim, só esclarecendo, quando digo amigo imaginário dos adultos estou apenas usando um eufemismo pra deus, não sei de onde você tirou psicanálise.
Sou absolutamente contra ao homofobismo, só não concordo com a distribuição de "Kit Gay" nas escolas quando não haja autorização dos pais. Explico minhas razões.
Da mesma forma que a matéria "Ensino Religioso" é uma matéria facultativa, que depende da autorização dos responsáveis da criança, entendo que o "Kit Gay" deveria seguir o mesmo caminho. Vivemos em uma sociedade plural, por isto, nossa Constituição Federal assegura o pluralismo político como um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito, e com razão, pois este é um grande pilar para amadurecimento da Democracia.
De tal pluralismo político deriva o direito fundamental à liberdade religiosa, pelo qual uma pessoa pode seguir uma religião ou não seguir.
Logicamente, é dever da família educar a criança, mas, também, cumpre ao Estado e à sociedade zelar pela boa educação das crianças e dos adolescentes, criando e promovendo programas, com a finalidade de colocar a salvo todas as crianças e adolescentes de qualquer discriminação.
No entanto, a distribuição de "Kit Gay" sem a autorização dos responsáveislegais da criança, vai de encontro a princípios de ordem religiosa, o que viola, mesmo que de forma indireta, o direito à liberdade religiosa.
Assim, se é certo que o Estado e a sociedade também devem zelar pela educação das crianças e dos adolescentes, como afirma o art. 227 da Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente, não é menos certo que ele não pode violar direitos fundamentais para conseguir tal finalidade.
(edited)
Da mesma forma que a matéria "Ensino Religioso" é uma matéria facultativa, que depende da autorização dos responsáveis da criança, entendo que o "Kit Gay" deveria seguir o mesmo caminho. Vivemos em uma sociedade plural, por isto, nossa Constituição Federal assegura o pluralismo político como um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito, e com razão, pois este é um grande pilar para amadurecimento da Democracia.
De tal pluralismo político deriva o direito fundamental à liberdade religiosa, pelo qual uma pessoa pode seguir uma religião ou não seguir.
Logicamente, é dever da família educar a criança, mas, também, cumpre ao Estado e à sociedade zelar pela boa educação das crianças e dos adolescentes, criando e promovendo programas, com a finalidade de colocar a salvo todas as crianças e adolescentes de qualquer discriminação.
No entanto, a distribuição de "Kit Gay" sem a autorização dos responsáveislegais da criança, vai de encontro a princípios de ordem religiosa, o que viola, mesmo que de forma indireta, o direito à liberdade religiosa.
Assim, se é certo que o Estado e a sociedade também devem zelar pela educação das crianças e dos adolescentes, como afirma o art. 227 da Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente, não é menos certo que ele não pode violar direitos fundamentais para conseguir tal finalidade.
(edited)
Ou seja, os pais educam os filhos a partir dos próprios preconceitos herdados por seus pais e assim por diante.
Das duas, uma: ou as crianças são educadas a partir dos preconceitos dos seus pais; ou as crianças são educadas a partir dos preconceitos de outras pessoas.
Não há terceira alternativa.
Eu acho mais sensato que as crianças sejam educadas a partir dos preconceitos dos pais. ;)
Em qualquer sociedade minimamente razóavel a educação das crianças devem ser socialmente coletiva.
E isso acontece assim. Com kit gay ou sem kit gay. Ninguém vive num universo paralelo à parte da sociedade. Quando a criança vai à escola, a educação é dada na sociedade. Quando a criança vê televisão, a educação é dada na sociedade. Até mesmo quando os pais ensinam alguma regra para a criança, essas regras existiam antes e são da sociedade.
Uma coisa não impede a outra. Os pais podem ensinar as regras morais que acharem corretas às crianças, e mesmo assim esse ensino será social.
E nisso entro no outro problema, que é um aspecto cultural terrível, um pensamento hegemônico hoje em dia, que é achar que crianças pertecem materialmente a seus pais, ignorando assim sua condição ontólogica de ser social.
Hã? As crianças pertencem materialmente a seus pais? De onde você tirou isso?
Tudo bem, já vi documentário que na Indonésia tem gente que vende os filhos, e até acho que talvez isso aconteça nos rincões mais pobres do Brasil. Mas... as crianças pertencerem materialmente a alguém ou a alguma coisa, isso sei que só aconteceu, na era moderna, nos seguintes lugares:
- os países comunistas, em que as crianças pertencem ao Estado;
- os países muçulmanos, em que as crianças pertencem aos pais.
Em qualquer país ocidental, as crianças são detentoras de direitos fundamentais desde que nascem, e isso inclui o direito de não ser tratada como propriedade. Se acontece em algum país ocidental, é a exceção, não a regra.
Uma coisa que achei engraçada foi você falar de "condição ontológica de ser social".
Cara, isso não faz sentido...
Ser social não é condição ontológica, é condição ôntica. ;)
amigo imaginário dos adultos estou apenas usando um eufemismo pra deus, não sei de onde você tirou psicanálise.
Como eu não acredito em ego, superego, id, etc., e considero essas coisas mais ou menos como amigos imaginários do sujeito que são criados no divã por meio da interação com o psicanalista, eu achei que você pudesse estar falando de psicanálise. ;)
Agora a sério: acho mais fácil acreditar na existência de Deus que na existência do superego. Pelo menos existem mais e melhores argumentos racionais a favor da existência de uma divindade do que a favor da psicanálise.
Das duas, uma: ou as crianças são educadas a partir dos preconceitos dos seus pais; ou as crianças são educadas a partir dos preconceitos de outras pessoas.
Não há terceira alternativa.
Eu acho mais sensato que as crianças sejam educadas a partir dos preconceitos dos pais. ;)
Em qualquer sociedade minimamente razóavel a educação das crianças devem ser socialmente coletiva.
E isso acontece assim. Com kit gay ou sem kit gay. Ninguém vive num universo paralelo à parte da sociedade. Quando a criança vai à escola, a educação é dada na sociedade. Quando a criança vê televisão, a educação é dada na sociedade. Até mesmo quando os pais ensinam alguma regra para a criança, essas regras existiam antes e são da sociedade.
Uma coisa não impede a outra. Os pais podem ensinar as regras morais que acharem corretas às crianças, e mesmo assim esse ensino será social.
E nisso entro no outro problema, que é um aspecto cultural terrível, um pensamento hegemônico hoje em dia, que é achar que crianças pertecem materialmente a seus pais, ignorando assim sua condição ontólogica de ser social.
Hã? As crianças pertencem materialmente a seus pais? De onde você tirou isso?
Tudo bem, já vi documentário que na Indonésia tem gente que vende os filhos, e até acho que talvez isso aconteça nos rincões mais pobres do Brasil. Mas... as crianças pertencerem materialmente a alguém ou a alguma coisa, isso sei que só aconteceu, na era moderna, nos seguintes lugares:
- os países comunistas, em que as crianças pertencem ao Estado;
- os países muçulmanos, em que as crianças pertencem aos pais.
Em qualquer país ocidental, as crianças são detentoras de direitos fundamentais desde que nascem, e isso inclui o direito de não ser tratada como propriedade. Se acontece em algum país ocidental, é a exceção, não a regra.
Uma coisa que achei engraçada foi você falar de "condição ontológica de ser social".
Cara, isso não faz sentido...
Ser social não é condição ontológica, é condição ôntica. ;)
amigo imaginário dos adultos estou apenas usando um eufemismo pra deus, não sei de onde você tirou psicanálise.
Como eu não acredito em ego, superego, id, etc., e considero essas coisas mais ou menos como amigos imaginários do sujeito que são criados no divã por meio da interação com o psicanalista, eu achei que você pudesse estar falando de psicanálise. ;)
Agora a sério: acho mais fácil acreditar na existência de Deus que na existência do superego. Pelo menos existem mais e melhores argumentos racionais a favor da existência de uma divindade do que a favor da psicanálise.
No entanto, a distribuição de "Kit Gay" sem a autorização dos responsáveislegais da criança, vai de encontro a princípios de ordem religiosa, o que viola, mesmo que de forma indireta, o direito à liberdade religiosa.
Eu também sou contra o Kit Gay, mas você viajou nesse argumento...
O Kit Gay não tem nada a ver com liberdade religiosa. Não vai querer impor a religião a ninguém.
O Kit Gay tem a ver com a liberdade de os pais decidirem a educação moral dos filhos, e não deixar que essa educação moral seja decidida por outras pessoas (escolhidas autocraticamente por representantes de um partido) em nome do Estado.
Eu também sou contra o Kit Gay, mas você viajou nesse argumento...
O Kit Gay não tem nada a ver com liberdade religiosa. Não vai querer impor a religião a ninguém.
O Kit Gay tem a ver com a liberdade de os pais decidirem a educação moral dos filhos, e não deixar que essa educação moral seja decidida por outras pessoas (escolhidas autocraticamente por representantes de um partido) em nome do Estado.
Não pode chamar de viado hoje. O certo é "homoafetivo".
Eu tenho orgulho de ser heterossexual.
Eu tenho orgulho de ser heterossexual.
Eu tenho orgulho de ser heterossexual.
Por que orgulho? Foi difícil atingir o objetivo? XD
Por que orgulho? Foi difícil atingir o objetivo? XD
Pra que dizer isso? Eu não ofendi ninguém. Se os viados fazem a passeata do orgulho gay, não posso eu ter orgulho de ser homem?