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Subject: Kit gay

2011-05-22 00:53:35
Pra que dizer isso? Eu não ofendi ninguém. Se os viados fazem a passeata do orgulho gay, não posso eu ter orgulho de ser homem?
2011-05-22 00:58:16
É errado fazer essa distribuição com o intuito de acabar com a homofobia, já que o material fala basicamente da vida desses homossexuais. Dessa forma, os vídeos acabam fazendo uma apologia disfarçada ao homossexualismo. É uma falácia, o grupo que decidiu isso (pelo que sei) é composto em sua maioria por homossexuais.
2011-05-22 02:03:26
Amiguinho Roxxy, leia o que eu escrevi. Para começar, não sou contra o "Kit Gay", sou contra a distribuição dele quando não haja autorização dos responsáveis das crianças.
Minha conclusão é primária e creio que você irá entendê-la.
O homossexualismo é repudiado por muitas religiões, inclusive, pelo catolicismo e protestantismo, que seguem ideologias contrárias a esta opção sexual, o que é seguido pela maioria da população brasileira.
Assim, apesar do Estado ser laico, a liberdade religiosa dos responsáveis da criança é um direito fundamental individual, que o Estado não pode penetrar. A liberdade religiosa não vai apenas no simples direito de escolher a religião que bem entender, mas sim, no respeito dos valores e costumes da religião adotada. Por todos os motivos, quando o Estado distribui o "Kit Gay" para uma criança de 9 anos, cujos pais são católicos, por exemplo, está violando, mesmo que de forma indireta, princípios de ordem religiosa e, por corolário lógico, à liberdade religiosa dos responsáveis da criança. Por isso, entendo necessária a autorização dos pais, pois o Estado deve respeitar direitos fundamentais.

O Kit Gay tem a ver com a liberdade de os pais decidirem a educação moral dos filhos, e não deixar que essa educação moral seja decidida por outras pessoas (escolhidas autocraticamente por representantes de um partido) em nome do Estado.

Amiguinho Roxxy, novamente, parece que você não entendeu meu posicionamento.
Como você mesmo disse: O Kit Gay tem a ver com a liberdade de os pais decidirem a educação moral dos filhos.
A educação moral é formada por uma série de valores, inclusive, valores de ordem religiosa, que são o grande cerne, geralmente, de discussões acerca do homossexualismo.

E outra, os representantes colocados no Congresso Nacional são os responsáveis sim por criar regras que regem a educação de crianças, inclusive, foram eles que criaram o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Constituição Federal, colocando a família, o Estado e a sociedade com o dever de educar as crianças.
O "Kit Gay" é correto, do ponto de vista jurídico, desde que seja autorizado pelos responsáveis da criança. A Constituição Federal mesmo assim afirma:

Art. 227. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

Traçados os fins a serem atingidos, basta buscarmos os meios.

Ao meu juízo, o "Kit Gay" é sim uma forma válida a cumprir seu objetivo de disseminar ideias contra o homofobismo, desde que sua veiculação seja autorizada pelos responsáveis da criança, que possuem o pátrio poder.


(edited)
2011-05-22 03:47:41
Se os viados fazem a passeata do orgulho gay, não posso eu ter orgulho de ser homem?

Porque ser homem é fácil, cara. Eu nunca tive nenhuma dificuldade em ser hetero, e, portanto, não tenho motivos para ter "orgulho" de ser hetero.

Agora, ser gay deve ser f*oda. Imagina só ter que dizer pra mãe que você gosta de homem. E ser olhado com desdém por um monte de gente. E ter que buscar parceiros nos lugares mais escr*otos. E ainda por cima ter que beijar homem barbado, e passar a mão em bunda cabeluda. Isso sem contar a dor na rosca...

Esses caras tem mesmo que ter orgulho, porque não deve ser fácil não... ;)
2011-05-22 03:54:36
Fã, eu não sou seu amiguinho não. Chamar alguém de "amiguinho" só mostra que você quer desqualificar o outro por não ter argumentos.

No mais, claro que entendi o seu argumento. Você diz que já que o kit-gay fala sobre educação moral sob uma perspectiva anti-religiosa, e dada a liberdade religiosa no Brasil, o kit-gay é contrário à liberdade religiosa.

Só que está errado.

O kit-gay não fala nada sobre religião. Pode ser contrário aos valores da maioria das religiões, mas não exige que ninguém tenha uma determinada religião, nem impede isso - ou seja, não é contra a liberdade religiosa.

Liberdade religiosa é a liberdade de escolher a religião que se quer, ou de escolher religião nenhuma, e isso o kit-gay não impede de forma alguma.

A questão não é a religião. A questão é o direito da família de orientar moralmente as crianças da forma que ela achar mais adequada, o que é impedido pelo kit-gay, que faz propaganda gayzista.

Sobre a distribuição ser autorizada por cada família individualmente, eu não teria nada contra - mas isso inviablizaria a sua distribuição nas escolas.
2011-05-22 04:14:48
Roxxy, a liberdade religiosa não é só a pessoa ter o direito de escolher a religião que quer. Trata-se de direito fundamental individual que vai muito além do que isso.

Quando a Constituição afirma que: "é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias", ela não está só assegurando o direito de escolha da religião, mas uma série de direitos que são corolários, como a inviolabilidade dos costumes e valores da religião.
Nas palavras de José Afonso da Silva: "Ela se inclui entre as liberdades espirituais. Sua exteriorização é forma de manifestação do pensamento., Mas, sem dúvida, é de conteúdo mais complexo pelas implicações que suscita".

Seria ilógico pensar em liberdade religiosa, se não fosse garantido a inviolabilidade dos costumes e valores da própria religião.
Por isso, sendo o homossexualismo contrário às ideologias de muitas religiões, o "Kit Gay" poderia, mesmo que de forma indireta, violar o direito de liberdade religiosa de alguém, que no caso, é o direito dos responsáveis pelas crianças.

Pode ser contrário aos valores da maioria das religiões, mas não exige que ninguém tenha uma determinada religião, nem impede isso - ou seja, não é contra a liberdade religiosa.

Justamente, ele vai de encontro aos valores religiosos. Isso afronta, mesmo que de forma reflexa, a liberdade religiosa, pois está transvalorando um valor religioso.

(edited)
2011-05-22 04:58:40
Você está forçando a barra.

Se for assim, vamos acabar dizendo que vender carne de porco é contra a liberdade religiosa, pois tem uma religião que não permite aos seus comer porco.

"Ah, mas é só uma das religiões", você poderia dizer.

E eu poderia retrucar que não são todas as religiões que são contra o homossexualismo. O kardecismo, a umbanda, certas igrejas pentecostais não são contra o homossexualismo.

Novamente, você está forçando a barra e confundindo as coisas.

Defender o homossexualismo não é a mesma coisa que atentar contra a liberdade religiosa. São objetos bem diferentes. ;)
2011-05-22 13:12:08
Roxxy, acho que você não entendeu a questão q coloquei.

Quando eu digo pertecimento material, obviamente não é no aspecto formal do termo. Mas no dos pais, de fato, acharem que os filhos lhes pertecem.

E existe uma diferença grande entre preconceito familiar e o preconceito social geral. O familiar, além de ser muito mais arraigado, é bem menos contraditório que o social, já que esse inclusive, expressa uma parcela da racionalidade, que apesar de minoritária, existe.

E onde você tirou essa bobagem que no comunismo as crianças pertecem ao Estado? Bobagem tanto do ponto de vista teórico quando do finado "socialismo real". Teoricamente no Comunismo sequer existe um Estado. E no "socialismo real", um dos seus grandes problemas foi justamente que os valores familiares continuaram tão fortes quanto antes.

Mas o ponto é, quanto mais ilhado dentro de uma família o ser humano fica, mais preconceituoso e mitológico ele será.
2011-05-22 13:21:49
A lei contra a homofobia é fundamental, não pra dar mais direitos pros homossexuais como nesciamente dizem alguns.

Afinal, alguém aqui já viu héteros serem agredidos e mortos por serem héteros.

Os gays são. Por isso, para que possam plenamente realizarem sua condição de cidadãos é preciso tal tipo de lei. Que seria desnecessária se vivessemos em um mundo onde a razão governasse, e não a miticalidade religiosa.


Temos que fazer leis a favor dos gremistas, dos colorados, dos corinthianos, dos flamenguistas, etc... todos eles são agredidos e mortos por serem como são.

Essas leis específicas só funcionam (precariamente, diga-se de passagem) porque antes as delegacias simplesmente ignorava os casos.

Uma mulher apanhava do marido e ia se queixar, a polícícia não dava importância. Agora tem uma lei específica que torna crime a mesma coisa que JÁ ERA crime, mas como agora se dá importância, está funcionando (precariamente, mas está).

Violência contra as crianças é a mesma coisa, só que nisso foram mais longe ainda. Agora não pode corrigir com uma palmada, chinelada ou com o chinelo que é crime. Tudo porque quando uma criança era agredida, a polícia simplesmente ignorava. Prefiro continuar ensinando da maneira correta (e bíblica). Nunca agredi minha filha. Nunca bati em nenhum outro lugar nela que não fosse no bumbum. A agressão verbal que muitos praticam é muito pior que umas chineladas.

Não precisa realmente de uma lei específica para os homossexuais (acho que me expressei mal mesmo roxxy), basta que a polícia não ignore os casos denunciados.
2011-05-22 15:28:27
Também acho que não era necessário uma lei específica para proteger algo.
Como você disse, teríamos (e temos) que ter uma para os homossexuais, uma para as mulheres, uma para as crianças e adolescentes e exagerando, uma para as fãs de clubes, para paulistas, cariocas, amazonenses, orientais, europeus...engenheiros, professores...e mais uma infindável lista..

É simples, violência em suas diversas formas é crime e isto basta.

Nunca agredi minha filha. Nunca bati em nenhum outro lugar nela que não fosse no bumbum. A agressão verbal que muitos praticam é muito pior que umas chineladas.

Eu nem isso, nunca dei um tapinha sequer em meu filho (ainda bem, porque se hoje ele fosse revidar, eu tava fu*** ! :p).

As únicas orientações que eu dou ao meu filho é em relação a educação, caráter, ética e sexual no sentido de se preservar para não acabar com sua vida por doenças ou por uma gravidez inesperada e claro, em relação a drogas, desde as mais comuns como álcool e cigarro às mais pesadas.

Nunca dei orientação para ele ser hetero ou homo, para ele ser cristão, ateu ou budista.
Eu e minha ex sempre deixamos o canal totalmente aberto para que ele se sinta a vontade em perguntar sobre qualquer tema. Além de pais, somo seus verdadeiros amigos. Os melhores que ele pode encontrar.
Então, o que eu não admito é que a escola atropele sua liberdade de escolha e deixo claro que não autorizo que meu filho assista qualquer coisa, que não seja do currículo oficial sem nossa expressa autorização.
2011-05-22 17:30:29
Por mim, quanto mais gays existirem melhor! Mais mulher vai sobrar, hahaha.
2011-05-22 17:36:06
O Estado ocidental DEVE dar direitos aos homossexuais, mas direitos iguais. Se eu não contrato um gay na minha fábrica, ele pode me processar. Se eu demito um, ele pode me processar. Dar diretos sim, passar a mão na cabeça não, e esse kit gay me parece que não age assim.
2011-05-22 17:54:22
Por mim, quanto mais gays existirem melhor! Mais mulher vai sobrar, hahaha.

Perfeito !
Sempre tive esse pensamento !

Você também não quer virar gay, não !?
2011-05-22 17:55:01
E onde você tirou essa bobagem que no comunismo as crianças pertecem ao Estado?

Da História. Não só as crianças, mas todos os indivíduos (com a exceção dos cabeças da Nomenklatura) pertenciam ao Estado na finada URSS, por exemplo.

Exemplos?

O sujeito tinha que morar onde o Estado mandava, não podia decidir onde viver ou onde ir; tinha que trabalhar no que o Estado queria, não podia escolher o que ia fazer; tinha que pensar e dizer o que o Estado queria que ele pensasse e dissesse, não tinha a menor liberdade de pensamento ou de opinião.

E as crianças eram educadas compulsoriamente de acordo com a ideologia que a Nomenklatura achava adequada. Não havia a menor possibilidade de uma educação diferente da oficial. As crianças eram obrigatoriamente doutrinadas para achar que o Estado (er, no fundo, os líderes da burocracia) era o que havia de mais importante. Não podiam pensar por si, porque não havia sido dada a menor liberdade intelectual para elas. Isso é apropriação das crianças.

Bobagem tanto do ponto de vista teórico quando do finado "socialismo real". Teoricamente no Comunismo sequer existe um Estado.

O comunismo utópico, a finalidade última da revolução, é uma fantasia. Nem o próprio Marx explicou o que seria isso, e muito menos como de um Estado absoluto e dono de tudo se chegaria à ausência do Estado. O comunismo utópico é que é um mito, fruto do pensamento mágico.

A despeito disso, falar que um Estado é socialista ou comunista dá no mesmo. Na prática, são sinônimos.

E no "socialismo real", um dos seus grandes problemas foi justamente que os valores familiares continuaram tão fortes quanto antes.

Errado. A única força que ainda manteve um pingo de humanidade nas tiranias genocidas que chamamos "socialismo real" foi a força da resistência do amor familiar contra a opressão estatal. É por isso que o Estado comunista é tão contrário ao núcleo familiar e encara esse núcleo como um fenômeno burguês que precisa ser destruído.

[i]Mas o ponto é, quanto mais ilhado dentro de uma família o ser humano fica, mais preconceituoso e mitológico ele será.[i]

Dois problemas com essa sua afirmação:

1. Não existe ninguém "ilhado" dentro de uma família. As pessoas pertencem a famílias, mas também a grupos de amigos, à escola, ao trabalho, à sociedade inteira. Isso de falar que alguém é "ilhado" dentro de uma família é que é um mito - a não ser que você esteja falando de casos como aquela menina que foi aprisionada por dez anos no porão. Essa estava realmente ilhada.

2. Não me diga que quanto melhor e cuidada for a formação familiar da pessoa, mais preconceituosa e "mitológica", seja lá o que isso quer dizer, ela vai ser. Se fosse assim, os meninos de rua, que vivem sem família, seriam as pessoas mais sensatas e sem preconceitos do universo. A família não aliena; é a falta dela que faz mal. ;)
2011-05-22 18:12:16
Eu passo minha vez... ;p
2011-05-22 18:17:45
O primeiro vídeo o Leonardo que eles falaram, é o Leonardo M.?