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Subject: Rock in Rio 2013
Rock in Rio é só o nome do festival, tanto que tem edições que não são no Rio. É a mesma coisa do cantor Belo, é apenas um nome. Não dá pra fazer 7 dias iguais (até dá, mas vai atrair menos gente do que diversificando). Pelo menos os dias são bem divididos, quem gosta de determinado gênero vai apenas no dia dele.
Pois é, é o que eu sempre falo, o Rock in Rio há anos já virou uma marca. Na verdade, sempre foi, na primeira edição mesmo foi recheado de cantores de MPB. O que eu acho escroto é misturarem no mesmo dia cantores de estilos completamente diferentes, como fizeram com o Carlinhos Brown, por exemplo. Fazendo dias de de determinado estilo, pra mim tá maneiro.
Sim concordo... é uma marca, desde o inicio o rock in rio nunca foi somente rock é normal...
Claro que tiveram edições em que o rock predominou quase que 100% mas era uma época que vc tinha bandas de sobra para fazer isso...
Hoje em dia fazer um festiva de "rock" durante 7 ou 8 dias nem os rockeiros iriam aguentar... Tem que mesclar, o problema como vc falou é quando misturam estilos completamente diferentes no mesmo dia.
Claro que tiveram edições em que o rock predominou quase que 100% mas era uma época que vc tinha bandas de sobra para fazer isso...
Hoje em dia fazer um festiva de "rock" durante 7 ou 8 dias nem os rockeiros iriam aguentar... Tem que mesclar, o problema como vc falou é quando misturam estilos completamente diferentes no mesmo dia.
Airbourne, Wolfmother, Vivendo do Ócio, palhaçada estarem de fora.
pensei que fosse o bieber..
me estrepei :(
estou legalzao no trabalho agora..
hehehehe
nunca mais!
me estrepei :(
estou legalzao no trabalho agora..
hehehehe
nunca mais!
Pelo menos não é cara de pau. Aqui, uma foi pra um show em SP, mas não conseguiu passagem pra ontem, só vem amanhã. O outro ia ontem pro RiR, só viria pro trabalho à tarde por causa da hora do show. :p
Eu entendo o teu argumento, mas continuo com o mesmo pensamento. Claro que fica mais escroto quando misturam os estilos diferentes no mesmo dia, mas de qualquer jeito tem diversos artistas escrotos.
Quem faz parecido aqui no sul é a Atlântida, que na rádio não toca (até ano passado não tocava, agora tocam em alguns programas) pagode, sertanejo, axé, forró, etc... e na hora do planeta Atlântida convidam gente de tudo que é estilo. Eu acho grotesco.
Quem faz parecido aqui no sul é a Atlântida, que na rádio não toca (até ano passado não tocava, agora tocam em alguns programas) pagode, sertanejo, axé, forró, etc... e na hora do planeta Atlântida convidam gente de tudo que é estilo. Eu acho grotesco.
Mas esse é o problema. A gente tem mania de centrar tudo na nossa opinião. Dentro da sua própria casa, é possível que você ame uma coisa e sua mulher odeie e Vasco-versa. Levar essa coisa pra banda pra mim é bobeira. O amor de um metaleiro pelo Iron Maiden é o mesmo de um micareteiro pela Ivete. Ou levando pro lado internacional, de uma pessoa mais pop pela Beyoncé ou Justin.
Pq a sua paixão por uma banda é "menos escrota" do que a dessa pessoa pela banda dela ou a minha por determinada banda? Lógico, pra você é a que importa, mas para o público em geral não. Eu defendo essa diversidade justamente pra poder atender a todos os gostos. Se apenas o seu gosto importasse, só passariam jogo do Grêmio quartas e domingos aí no RS. Pra você, seria maravilhoso, já pros colorados... :)
Pq a sua paixão por uma banda é "menos escrota" do que a dessa pessoa pela banda dela ou a minha por determinada banda? Lógico, pra você é a que importa, mas para o público em geral não. Eu defendo essa diversidade justamente pra poder atender a todos os gostos. Se apenas o seu gosto importasse, só passariam jogo do Grêmio quartas e domingos aí no RS. Pra você, seria maravilhoso, já pros colorados... :)
A minha opinião é bem fundada a dos outros não oras! :P
Mas falando sério, claro que teu tudo isso. Mas se quer agradar a todos coloquem o nome de "festival de toda qualquer estilo" ou alguma coisa do gênero. Não gosto de levar um nome falso. Se fosse o Forró in Rio e chamassem o meu gosto de escroto não ia nem ligar. Acharia natural. :P
Mas falando sério, claro que teu tudo isso. Mas se quer agradar a todos coloquem o nome de "festival de toda qualquer estilo" ou alguma coisa do gênero. Não gosto de levar um nome falso. Se fosse o Forró in Rio e chamassem o meu gosto de escroto não ia nem ligar. Acharia natural. :P
É uma MARCA, carai! hahaha Existe uma loja de roupas aqui chamada Aldeia dos Ventos, mas não fica no meio de uma floresta, fica num shopping. Em todo setor existe isso, revoltado. :p
hauhauhauhau
Esse mundo é tosco, por isso fico revoltado com tudo. :P
Esse mundo é tosco, por isso fico revoltado com tudo. :P
★★★★★ - Ótimo
★★★★ - Muito bom
★★★ - Regular
★★ - Ruim
★ - Péssimo
Uma pequena análise dos shows do Rock in Rio até agora (tentando ignorar ao máximo o tipo de música, avaliando mais o quanto surpreendeu/entreteu a platéia e tudo mais.
Dia 13:
Palco Sunset:
Flávio Renegado + Orelha Negra: Primeiro show do Rock in Rio, não foi ruim, porém nada de empolgante. ★★★
Vintage Trouble + Jesuton: Provavelmente a maior surpresa até aqui, uma banda num estilo diferente do que estamos acostumados a ver aqui, com um vocalista extremamente carismático e a Jesuton (inglesa que mora no Brasil há um ano) fazendo uma parceria legal. ★★★★★
Maria Rita + Selah Sue: Show fraco, talvez por ter sido ofuscado em parte pela abertura do Palco Mundo no mesmo horário. O público parecia desinteressado e elas também. ★★
Living Colour + Angelique Kidjó: O Living Colour poderia tranquilamente estar no Palco Mundo, porém ficou para encerrar o Sunset no primeiro dia do festival. Outro bom show, mas ficou devendo um pouco mais. Poderia ter sido melhor, mas ainda assim foi interessante. ★★★
Palco Mundo:
Orquestra Sinfônica Brasileira: Uma ótima abertura para o palco mundo, para um público que não é o seu público padrão. Emendaram vários clássicos um atrás do outro, mantendo o público animado durante toda a sua breve apresentação. ★★★★
Cazuza - O Poeta Está Vivo: Misturaram vários artistas para tocar algumas músicas dele mas aparentemente não rendeu muito. Algumas partes da apresentação pareciam amadoras, e as parcerias não foram muito felizes. ★★
Ivete Sangalo: Gostemos ou não da música dela, é inegável que ela sabe dar espetáculo. Fez um show que manteve a plateia ensandecida do começo ao fim, cantou Love of My Life, que apesar dos chiliques de alguns por "ter estragado um clássico" ficou até legal e interagiu bem com o público. ★★★★★
David Guetta: Estranhei muito quando o vi escalado para o Rock in Rio, achei que não daria certo um DJ num festival como esse, mas felizmente me enganei. O show dele foi bem interessante, surpreendendo a maioria dos espectadores. ★★★★
Beyoncé: Ok que faz parte do tipo do show dela, mas a impressão que deu foi de que ela estava mais preocupada em dançar do que em cantar. Os fãs dela, grande maioria do público da noite, adoraram, mas aqueles que assistiram ao show como assistiram aos outros sentiram falta de uma maior presença da (boa) voz da cantora. ★★★
Dia 14/09
Palco Sunset
Autoramas + BNegão: Pouco a falar sobre. Esperava algo legal de assistir, mas foi uma apresentação bem insossa. ★
Marky Ramone + Michele Graves: Infelizmente, um show fraco do ex-baterista do Ramones e do ex-Misfits Graves. Ambos pareciam despreparados, hesitantes, e não fizeram uma boa apresentação. ★★
Viva a Raul Seixas: Em especial por parte dos Detonautas, algo sofrível de assistir. De longe a pior performance do festival até agora. ★
The Offspring: Outra atração digna de Palco Mundo, o Offspring não decepcionou quem esperava um ótimo show deles e, dando prioridades aos maiores hits, empolgou o público do começo ao fim. Depois de finalizar com Pretty Fly (For a White Guy) e Why Don't You Get a Job?, voltaram para tocar Self Esteem, fechando com chave de ouro um grande show. ★★★★★
Saints of Valory: Devido ao horário conflitante com os shows do Palco Mundo, vi apenas uma parte do show. Banda que começou no Brasil mas se fixou nos Estados Unidos, tem um repertório interessante. Nada de espetacular, mas gostei do que vi. ★★★
Palco Mundo:
Capital Inicial: Fizeram uma apresentação um pouco abaixo da que fizeram na edição passada, mas mesmo assim conseguiram animar o público para as três ótimas atrações que vieram depois. ★★★
Thirty Seconds to Mars: Com um show cheio de efeitos, caras pulando numa gangorra e o Jared Leto indo na tirolesa durante o show, foi algo animado e bem interessante de se assistir. Apesar da pequena duração, foi um show empolgante e que superou as expectativas de quem está acostumado com shows um pouco mais entediantes. ★★★★
Florence + The Machine: Provavelmente a melhor cantora do mundo na atualidade, com uma tecladista que justifica o apelido de "The Machine" e uma ótima banda de apoio, pecou apenas pelo começo hesitante. Visivelmente emocionada, a Florence não conseguiu dar tudo de si no início do show, mas após Cosmic Love sua performance melhorou bastante e voltou ao nível que estamos acostumados a ver. Com Rabbit Heart ela chegou ao auge do seu show, mantendo o ótimo nível até o final, terminando de forma excepcional com Dog Days Are Over. A ausência de músicas como Kiss With a Fist não chegou a prejudicar a segunda melhor performance do Rock in Rio até agora. ★★★★★
Muse: Fechando a noite do dia 14, o melhor show dessa edição até o momento. Com um Mark Bellamy inspirado, público animado e um show empolgante do começo ao fim, o Muse fez um show no nível que estamos acostumados a ver, com direito a um bis com Uprising, Starlight e Survival, além de um solo de gaita do Wolstenholme antes do incrível encerramento com Knights of Cydonia. ★★★★★
Dia 15/09
Palco Sunset:
Aurea + The Black Mamba: Não esperava muita coisa, não veio muita coisa, o suficiente para que o show não fosse ruim. ★★★
Nando Reis + Samuel Rosa: Nando Reis é um excelente cantor, assim como o Samuel Rosa, que provavelmente fará algo bem melhor com o Skank no sábado, mas essa parceria não deu certo. O show foi entediante, a plateia se mostrou desinteressada durante boa parte do espetáculo e o Nando inclusive parecia disperso durante a apresentação. ★★
Kimbra + Olodum: Uma combinação que de cara não pareceu que fosse dar muito certo (pra quem não lembra, a Kimbra é a que canta Somebody That I Used To Know com o Götye) mas que se mostrou bem agradável de assistir. Apesar da curta duração do show, a neozelandesa conseguiu fazer uma ótima apresentação. ★★★★
George Benson + Ivan Lins: Apesar de combinarem mais com os dias 20 ou 21, conseguiram prender a atenção de um público que não era deles e fazer um show bem interessante. ★★★★
Palco Mundo:
Jota Quest: Fizeram uma boa apresentação, repleta de hits, porém a falta de presença de palco do Flausino atrapalhou um pouco. Alternaram momentos sonolentos com momentos empolgantes, tinha como ser melhor. ★★★
Jessie J: É uma cantora nova, com apenas um álbum lançado, com apenas Price Tag sendo conhecida por todos e Domino por boa parte. Apesar dessas adversidades, conseguiu fazer uma breve porém relativamente boa apresentação. ★★★
Alicia Keys: Conseguiu atrair a atenção até daqueles que não são lá os maiores fãs da sua música com uma apresentação animada e cheia de interação com o público. ★★★★
Justin Timberlake: Para os fãs do cantor, um show ótimo. Para aqueles que não o seguem de perto, apenas um show regular. Claramente focado nos seus fãs, para estes foi uma boa apresentação, mas que se mostrou comum e um pouco sem ânimo para quem via de "fora". Um pouco decepcionante para alguém que encerrava a primeira semana do festival. ★★★
★★★★ - Muito bom
★★★ - Regular
★★ - Ruim
★ - Péssimo
Uma pequena análise dos shows do Rock in Rio até agora (tentando ignorar ao máximo o tipo de música, avaliando mais o quanto surpreendeu/entreteu a platéia e tudo mais.
Dia 13:
Palco Sunset:
Flávio Renegado + Orelha Negra: Primeiro show do Rock in Rio, não foi ruim, porém nada de empolgante. ★★★
Vintage Trouble + Jesuton: Provavelmente a maior surpresa até aqui, uma banda num estilo diferente do que estamos acostumados a ver aqui, com um vocalista extremamente carismático e a Jesuton (inglesa que mora no Brasil há um ano) fazendo uma parceria legal. ★★★★★
Maria Rita + Selah Sue: Show fraco, talvez por ter sido ofuscado em parte pela abertura do Palco Mundo no mesmo horário. O público parecia desinteressado e elas também. ★★
Living Colour + Angelique Kidjó: O Living Colour poderia tranquilamente estar no Palco Mundo, porém ficou para encerrar o Sunset no primeiro dia do festival. Outro bom show, mas ficou devendo um pouco mais. Poderia ter sido melhor, mas ainda assim foi interessante. ★★★
Palco Mundo:
Orquestra Sinfônica Brasileira: Uma ótima abertura para o palco mundo, para um público que não é o seu público padrão. Emendaram vários clássicos um atrás do outro, mantendo o público animado durante toda a sua breve apresentação. ★★★★
Cazuza - O Poeta Está Vivo: Misturaram vários artistas para tocar algumas músicas dele mas aparentemente não rendeu muito. Algumas partes da apresentação pareciam amadoras, e as parcerias não foram muito felizes. ★★
Ivete Sangalo: Gostemos ou não da música dela, é inegável que ela sabe dar espetáculo. Fez um show que manteve a plateia ensandecida do começo ao fim, cantou Love of My Life, que apesar dos chiliques de alguns por "ter estragado um clássico" ficou até legal e interagiu bem com o público. ★★★★★
David Guetta: Estranhei muito quando o vi escalado para o Rock in Rio, achei que não daria certo um DJ num festival como esse, mas felizmente me enganei. O show dele foi bem interessante, surpreendendo a maioria dos espectadores. ★★★★
Beyoncé: Ok que faz parte do tipo do show dela, mas a impressão que deu foi de que ela estava mais preocupada em dançar do que em cantar. Os fãs dela, grande maioria do público da noite, adoraram, mas aqueles que assistiram ao show como assistiram aos outros sentiram falta de uma maior presença da (boa) voz da cantora. ★★★
Dia 14/09
Palco Sunset
Autoramas + BNegão: Pouco a falar sobre. Esperava algo legal de assistir, mas foi uma apresentação bem insossa. ★
Marky Ramone + Michele Graves: Infelizmente, um show fraco do ex-baterista do Ramones e do ex-Misfits Graves. Ambos pareciam despreparados, hesitantes, e não fizeram uma boa apresentação. ★★
Viva a Raul Seixas: Em especial por parte dos Detonautas, algo sofrível de assistir. De longe a pior performance do festival até agora. ★
The Offspring: Outra atração digna de Palco Mundo, o Offspring não decepcionou quem esperava um ótimo show deles e, dando prioridades aos maiores hits, empolgou o público do começo ao fim. Depois de finalizar com Pretty Fly (For a White Guy) e Why Don't You Get a Job?, voltaram para tocar Self Esteem, fechando com chave de ouro um grande show. ★★★★★
Saints of Valory: Devido ao horário conflitante com os shows do Palco Mundo, vi apenas uma parte do show. Banda que começou no Brasil mas se fixou nos Estados Unidos, tem um repertório interessante. Nada de espetacular, mas gostei do que vi. ★★★
Palco Mundo:
Capital Inicial: Fizeram uma apresentação um pouco abaixo da que fizeram na edição passada, mas mesmo assim conseguiram animar o público para as três ótimas atrações que vieram depois. ★★★
Thirty Seconds to Mars: Com um show cheio de efeitos, caras pulando numa gangorra e o Jared Leto indo na tirolesa durante o show, foi algo animado e bem interessante de se assistir. Apesar da pequena duração, foi um show empolgante e que superou as expectativas de quem está acostumado com shows um pouco mais entediantes. ★★★★
Florence + The Machine: Provavelmente a melhor cantora do mundo na atualidade, com uma tecladista que justifica o apelido de "The Machine" e uma ótima banda de apoio, pecou apenas pelo começo hesitante. Visivelmente emocionada, a Florence não conseguiu dar tudo de si no início do show, mas após Cosmic Love sua performance melhorou bastante e voltou ao nível que estamos acostumados a ver. Com Rabbit Heart ela chegou ao auge do seu show, mantendo o ótimo nível até o final, terminando de forma excepcional com Dog Days Are Over. A ausência de músicas como Kiss With a Fist não chegou a prejudicar a segunda melhor performance do Rock in Rio até agora. ★★★★★
Muse: Fechando a noite do dia 14, o melhor show dessa edição até o momento. Com um Mark Bellamy inspirado, público animado e um show empolgante do começo ao fim, o Muse fez um show no nível que estamos acostumados a ver, com direito a um bis com Uprising, Starlight e Survival, além de um solo de gaita do Wolstenholme antes do incrível encerramento com Knights of Cydonia. ★★★★★
Dia 15/09
Palco Sunset:
Aurea + The Black Mamba: Não esperava muita coisa, não veio muita coisa, o suficiente para que o show não fosse ruim. ★★★
Nando Reis + Samuel Rosa: Nando Reis é um excelente cantor, assim como o Samuel Rosa, que provavelmente fará algo bem melhor com o Skank no sábado, mas essa parceria não deu certo. O show foi entediante, a plateia se mostrou desinteressada durante boa parte do espetáculo e o Nando inclusive parecia disperso durante a apresentação. ★★
Kimbra + Olodum: Uma combinação que de cara não pareceu que fosse dar muito certo (pra quem não lembra, a Kimbra é a que canta Somebody That I Used To Know com o Götye) mas que se mostrou bem agradável de assistir. Apesar da curta duração do show, a neozelandesa conseguiu fazer uma ótima apresentação. ★★★★
George Benson + Ivan Lins: Apesar de combinarem mais com os dias 20 ou 21, conseguiram prender a atenção de um público que não era deles e fazer um show bem interessante. ★★★★
Palco Mundo:
Jota Quest: Fizeram uma boa apresentação, repleta de hits, porém a falta de presença de palco do Flausino atrapalhou um pouco. Alternaram momentos sonolentos com momentos empolgantes, tinha como ser melhor. ★★★
Jessie J: É uma cantora nova, com apenas um álbum lançado, com apenas Price Tag sendo conhecida por todos e Domino por boa parte. Apesar dessas adversidades, conseguiu fazer uma breve porém relativamente boa apresentação. ★★★
Alicia Keys: Conseguiu atrair a atenção até daqueles que não são lá os maiores fãs da sua música com uma apresentação animada e cheia de interação com o público. ★★★★
Justin Timberlake: Para os fãs do cantor, um show ótimo. Para aqueles que não o seguem de perto, apenas um show regular. Claramente focado nos seus fãs, para estes foi uma boa apresentação, mas que se mostrou comum e um pouco sem ânimo para quem via de "fora". Um pouco decepcionante para alguém que encerrava a primeira semana do festival. ★★★